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sábado, 22 de março de 2014

LEMBRANÇAS DE NATAL EM FAMÍLIA: DÉCADA DE 80

 

 

 

 

Poli (músico)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ângelo Apolônio, de nome artístico Poli, muitas vezes grafado com Y, Poly (São Paulo, 8 de agosto de 1920 — São Paulo, 10 de abril de 1985) foi um multiinstrumentista (violão, cavaquinho, bandolim, banjo, contrabaixo, viola, guitarra havaiana) & Compositor brasileiro, tendo desde os 10 anos demonstrado habilidade com os instrumentos de cordas.

Índice

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[editar] Carreira

Começou sua carreira artística na década de 1930, em São Paulo, quando passou a acompanhar cantores populares de então: Januário de Oliveira, Paraguaçu e Arnaldo Pescuma. Em 1937, foi chamado para trabalhar no conjunto Regional da Rádio Difusora paulista, como violonista e solista de cavaquinho e bandolim. Na mesma época, integrou o conjunto vocal Grupo X, que concorria com o Bando da Lua. Compôs sua primeira música em 1939, uma valsa intitulada "Você", com letra de José Roberto Penteado, que nunca foi gravada. Foi esse parceiro que sugeriu o nome artístico Poli, abreviatura de Apolônio.
Em 1940, foi convidado pelo também multiinstrumentista Garoto para trabalhar em seu regional no Rio de Janeiro. Com o Regional de Garoto, atuou no Cassino Copacabana, na Rádio Clube do Brasil, na Rádio Mayrink Veiga e ainda gravou alguns discos. Em 1944, gravou seu primeiro disco solo, tocando guitarra havaiana interpretando os fox-troptes "Deep in the heart of Texas", de Don Swander e June Herchey e "Jingle, jangle, jungle", de J. L. Lilley e F. Loesser. No mesmo ano interrompeu suas atividades musicais para servir à F.E.B. na Itália, só retornando após o fim do conflito.
No ano seguinte gravou, com um conjunto liderado por ele e intitulado Poli e Seus Havaianos o fox-trote "Lime house blues", de Philip Braham e o fox-blue "Isle of dream", de sua autoria. Nessa época, passou uma temporada em Porto Alegre, trabalhando na Rádio Farroupilha, chegando a integrar o Conjunto Farroupilha a convite de Tasso Bangel. Com eles fez excursão pela Europa, Japão e EUA. Retornando ao Brasil, trabalhou em várias boates paulistas, tais como a Clipper e a Roof da Gazeta. Em 1948, gravou ao violão os choros "Sonho divino", parceria com Lupe Ferreira e "Colibri", de sua autoria.
Em 1951, criou o grupo Poli e seu ritmo com o qual gravou tocando guitarra havaiana na Todamérica o beguine "Begin the beguine", de Cole Porter e o fox-trot "Cavaleiros do céu", de Stan Jones. No ano seguinte, gravou com o mesmo grupo o choro "Meteoro", de sua autoria e o bolero "Saudade", de Jaime Redondo. Nesse ano, gravou mais dois discos com ourtro grupo intitulado Poly ( com Y ) e seus Modernistas. No primeiro disco, estavam o baião "Turista" e o chorinho "Dois de junho", de sua autoria. No segundo disco, tocou guitarra havaianano beguine "Jezebel", de Shanklin e no fox-trot "At sundown", de Donaldson. Ainda nesse ano, passou a atuar na gravadora Todamérica acompanhando com seu conjunto gravações de diferentes a começar pela dupla Cascatinha e Inhana na canção "Ave Maraia do sertão" e na toada "Fiz pra você". Fez também acompanhamentos para o Trio de Ébano, Cauby Peixoto; Orlando Dias; Trio Orixá e outros.
Teve gravados em 1953 o samba-canção "Guarujá", com Juracy Rago, pela cantora Inhana; o baião "Terra de Anchieta", com Ado Benatti pela dupla Cascatinha e Inhana e a toada-baião "Aula de amor", com José Caravaggi por Cauby Peixoto. Em 1954, gravou na Todamérica o choro "Apanhei-te cavaquinho", de Ernesto Nazareth e o baião "Coringa", de sua autoria. No ano seguinte, transferiu-se para a gravadora Columbia e gravou com seu conjunto o fox "Dançando com lágrimas nos olhos", de Burke e Dubin, o bolero "Tarde fria", de sua autoria, o fado-fox "Benfica", parceria com Juvenal Fernandes e o samba "Fel", de Betinho e Heitor Carrilho. Em 1956, fez com Henrique Lobo a música "Tarde fria" gravada por Cauby Peixoto no LP "Canção do rouxinol". Em 1957, gravou com seu conjunto o choro "Velha guarda", de José Ramos, o fox-trot "É ou não romântico", de Hart e Rodgers, o mambo "Fiesta", de Samuels e Whitcup e o beguine "Veneno", de sua autoria. No ano seguinte, gravou com seu conjunto as canções "Moonlight fiesta" e "Moonlight in Rio", de sua autoria. Em 1959, lançou pela Columbia o LP "Penumbra - Poli e Seu Conjunto". Nesse ano, tornou-se o primeiro a introduzir a guitarra na música sertaneja na regravação da "Moda da mula preta" pela dupla Torres e Florêncio, com arranjos seus, que também tocou a guitarra havaiana. Também nesse ano, tocou viola caipira no LP "Exaltação à viola", lançado pelo maestro Elcio Alvarez na Chantecler.
Em 1960, gravou pela Chantecler o cateretê "Zíngara", de Joubert de Carvalho; a canção "Noite cheia de estrelas" e a valsa "Lágrimas", de Cândido das Neves; a canção "Serenata", de Vicente Celestino e o "Samba caipira", de Palmeira e Piraci. Nesse ano, gravou pelo selo Sertanejo a cana-verde "Vai de roda", de Palmeira e Teddy Vieira; a guarânia "Condenado", de Palmeira e Alberto Calçada; a cação "Lamento de boiadeiro", de Palmeira e Mário Zan e "Folias de Santos Reis", de Teddy Vieira e Palmeira. Nessa época, seu conjunto tinha como integrantes Henrique Simonetti, na celesta, Carlinhos Maffazzoli no
acordeom e Luisinho Schiavo no órgão elétrico.
Em 1961, ainda na Chantecler gravou a valsa "Ave Maria", de Erotides de Campos e o samba "Despedida de Mangueira", de Benedito Lacerda e Aldo Cabral. Nesse ano, gravou no selo Sertanejo a toada "Tristeza do Jeca", de Angelino de Oliveira. Também no mesmo ano, ingressou na Continental e em seu primeiro trabalho na nova gravadora acompanhou com seu conjunto as gravações dos rocks "Rock do saci", de Baby Santiago e Tony Chaves e "Broto legal", dois grandes sucesso do ídolo jovem Demétrius. Acompanhou ainda gravações de Valter Levita, Luiz Roberto e Leila Silva.
Em 1962, gravou com seu conjunto o samba "Castiguei", de Venâncio e Jorge Costa, o bolero "Fica comigo esta noite", de Adelino Moreira e Nelson Gonçalves, a polca "Festa na roça", de Mário Zan e Palmeira e a "Quadrilha do tamanduá", de sua autoria. No ano seguinte, gravou algumas músicas de filmes e seriados famosos na época como "Sukiyaki", "Bonanza" e "Dominique". Em 1964, voltou a tocar viola caipira no LP "Quermesse junina" da Continental.
À época, influenciava, como instrumentista e professor de música, entre outros, Sérgio Dias do Grupo "Os Mutantes". Em 1970, gravou o LP "Sertão em festa", com solos de guitarra havaiana nas músicas "Tristeza do Jeca", de Angelino de Oliveira e "Vai chorando, coração", de Amarilda e Brás Baccarin, além de tocar viola caipira em diversas composições. Gravou, no mesmo ano, outro elepê homenageando os grandes instrumentistas de cordas do Brasil, Canhoto, Jacob do Bandolim e outros. Jacob, conhecido por seu senso hyper crítico, fez elogios ao instrumentista na época do lançamento desse disco.

[editar] Estilo e técnicas

Como faz parte da era pré-Hendrix e pré-Beatles, é importante notar algumas peculiaridades em sua pegada, como, não necessariamente um distanciamento do rock'n'roll, mas uma ausência de elementos que o rock trouxe posteriormente para a guitarra que se tornaram o paradigma atual da guitarra elétrica.
Sua sonoridade clean, ou seja, sem os efeitos de distorção, - popularizados a partir do final da década de 60 até os dias de hoje - o assemelha timbristicamente com guitarristas do jazz, como Wes Montgomerry, mas sem a sofisticação harmônica dos guitarristas deste estilo.
Isto se dá devido ao fato de Poly usar guitarras semi-acústicas, geralmente usando o captador do braço sozinho ou misturado com o da ponte.
Mas seu maior diferencial era o uso inusitado para a época da técnica de slide denominada lap steel. Sendo inviável o uso do captador do braço para tocar notas superagudas na guitarra que ultrapassam o limite da espelho da guitarra (C#5, D5 ou E5, sendo, respectivamente os trastes 21, 22 e 24), ele usava o captador da ponte nas guitarras havaianas para fazer um efeito parecido com o relinchar de cavalos, esfregando o slide perto do fim das cordas, na região onde o espelho da guitarra.
Tal uso da lap steel, foi mundialmente popularizado por David Gilmour do Pink Floyd muitos anos mais tarde, mas aparentemente sem influência direta do Poly.
Além do lap steel (guitarra deitada no colo com slide na mão esquerda), podemos palm mute, double stops. A fábrica de instrumentos musicais Giannini fez sua guitarra signature, ou seja, instrumento tributo, em sua homenagem, denominada Giannini Apollo, sendo um modelo muito famoso e atualmente de grande valia para os colecionadores de instrumentos vintage.

[editar] Discografia

  • Deep in the heart of Texas/Jingle, jangle, jungle (1944) Continental 78
  • Limehouse blues/Isle of dream (1945) Continental 78
  • Sonho divino/Colibri (1948) Continental 78
  • Begin the beguine/Cavaleiros do céu (1951) Toidamérica 78
  • Meteoro/Saudade (1952) Todamérica 78
  • Turista/Dois de junho (1952) Todamérica 78
  • Jezebel/At sundown (1952) Todamérica 78
  • Anniversary song/Vaidoso (1952) Todamérica 78
  • Nisei/Guarujá (1953) Todamérica 5263
  • Apanhei-te cavaquinho/Coringa (1954) Continental 78
  • Jamie/Stranger in paradise (1955) Todamérica 78
  • Dançando com lágrimas nos olhos/Tarde fria (1955) Columbia 78
  • Benfica/Fel (1955) Columbia 78
  • Velha guarda/É ou não romântico (1957) Columbia 78
  • Fiesta/Veneno (1957) Columbia 78
  • Blue acho/Perambulando (1957) Columbia 78
  • Dark moon/Maracangalha (1957) Columbia 78
  • Moonlight fiesta/Moonlight in Rio (1958) Columbia 78
  • Penumbra-Poli e Seu Conjunto (1959) Columbia LP
  • Zíngara/Noite cheia de estrelas (1960) Chantecler 78
  • Lágrimas/Serenata (1960) Chantecler 78
  • Ouvindo-te/Samba caipira (1960) Chantecler 78
  • Vai na roda/Condenado (1960) Sertanejo 78
  • Lamento de boiadeiro/Folias de Santos Reis (1960) Sertanejo 78
  • Ave Maria/Despedida de Mangueira (1961) Chantecler 78
  • Na fronteira do México/La Paloma (1961) Chantecler 78
  • México/Cavaleiros do céu (1961) Chantecler 78
  • Tristeza do Jeca/Gaúcho eu sou (1961) Sertanejo 78
  • Minha casa/Adeus, Maria (1961) Sertanejo 78
  • Estrela de menino pobre (1962) Chantecler 78
  • Castiguei/Fica comigo esta noite (1962) Continental 78
  • Berlim melody/Norman (1962) Continental 78
  • El suco suco/Siboney (1962) Continental 78
  • Quadrilha do tamanduá/Festa na roça (1962) Continental 78
  • A balada do soldado/Quando setembro chegar (1962) Continental 78
  • Jingle bells/Boas festas (1962) Continental 78
  • Mariquilla/Cláudia (1963) Continental 78
  • Jessica/Benfica (1963) Continental 78
  • Sukiyaki/Bonanza (1963) Continental 78
  • Sertão em festa (1970) LP
  • Dois bicudos não se beijam (1995) Continental CD Póstumo

[editar] Composições

Aula de amor (c/ José Caravaggi) • Benfica ( em parceria com Juvenal Fernandes ) • Colibri • Coringa • Dois de junho • Guarujá (c/ Juracy Rago) • Isle of dream • Meteoro • Moonlight fiesta • Moonlight in Rio • Nisei • Quadrilha do tamanduá • Sonho divino (c/ Lupe Ferreira) • Tarde fria • Terra de Anchieta (c/ Ado Benatti) • Turista • Vaidoso • Veneno

[editar] Bibliografia & referências

AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982; CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário biográfico da música popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965; MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999. SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume1. São Paulo: Editora: 34, 1999 e VASCONCELOS, Ari. Panorama da música popular brasileira - volume 2. Rio de Janeiro: Martins, 1965.

[editar] Ligações externas

  • [1] - Dicionário Cravo Albin de MPB

terça-feira, 18 de março de 2014

Monica Salmaso cantando Chico Buarque no Teatro José de Alencar 07/05/08 -NÓS ESTÁVAMOS LÁ.



Monica Salmaso cantando Chico Buarque no Teatro José de Alencar 07/05/08 -NÓS ESTÁVAMOS LÁ.

Laura Pausini - Vìveme with Alejandro Sanz (videoclip)



Viveme

No necesito más de nada ahora que

Me iluminó tu amor inmenso fuera y dentro


Créeme esta vez

Créeme porque


Créeme y verás


No acabará, más


Tengo un deseo escrito en alto que vuela ya

Mi pensamiento no depende de mi cuerpo


Créeme esta vez

Créeme porque


Me haría daño ahora, ya lo sé


Hay gran espacio y tú y yo

Cielo abierto que ya


No se cierra a los dos


Pues sabemos lo que es necesidad


Víveme sin miedo ahora

Que sea una vida o sea una hora


No me dejes libre aquí desnudo


Mi nuevo espacio que ahora es tuyo, te ruego


Víveme sin más verguenza


Aunque esté todo el mundo en contra


Deja la apariencia y toma el sentido


Y siente lo que llevo dentro


Y te transformas en un cuadro dentro de mí

Que cubre mis paredes blancas y cansadas


Créeme esta vez

Créeme porque


Me haría daño una y otra vez


Sí, entre mi realidad

Hoy yo tengo algo más


Que jamás tuve ayer


Necesitas vivirme un poco más


Víveme sin miedo ahora

Que sea una vida o sea una hora


No me dejes libre aquí desnudo


Mi nuevo espacio que ahora es tuyo, te ruego


Víveme sin más vergüenza


Aunque esté todo el mundo en contra


Deja la apariencia y toma el sentido


Y siente lo que llevo dentro


Has abierto en mí

La fantasía


Me esperan días de una ilimitada dicha


Es tu guión


La vida mía


Me enfocas, me diriges, pones las ideas


Víveme sin miedo ahora

Aunque esté todo el mundo en contra


Deja la apariencia, toma el sentido


Y siente lo que llevo dentro

Me Viva

Não preciso mais de nada agora que

Me iluminou teu imenso amor fora e dentro


Acredite esta

Acredite porque


Acredite e verás


Não acabará mais


Tenho um desejo escrito no alto que voa já

Meu pensamento não depende do meu corpo


Creia em mim esta vez

Creia em mim porque


Me machucaria agora, já sei


Há um grande espaço entre você e eu

Céu aberto que já


Não se fecha aos dois


Porque sabemos o que é necessidade


Me viva sem medo agora

Não importa se é uma vida ou uma hora


Não me deixe sozinha desse jeito


Meu novo espaço que agora é teu, te peço


Me viva sem mais vergonha


Mesmo que esteja todo mundo contra


Esqueça a aparência e preste atenção no sentido


E sinta o que levo dentro


E te transformas em um quadro dentro de mim

Que cobre minhas paredes brancas e cansadas


Creia em mim esta vez

Creia em mim porque


Me machucaria uma e outra vez


Sim, entre minha realidade

Hoje tenho algo mais


Que nunca tive antes


Precisas viver-me um pouco mais


Me viva sem medo agora

Não importa se é uma vida ou uma hora


Não me deixe sozinha desse jeito


Meu novo espaço que agora é teu, te peço


Me viva sem mais vergonha


Mesmo que esteja todo mundo contra


Esqueça a aparência e preste atenção no sentido


E sinta o que levo dentro


Você abriu em mim

A fantasia


Me esperam dias de uma ilimitada alegria


É teu roteiro


Minha vida


Me enfocas, me diriges, pões as ideias


Me viva sem medo agora

Mesmo que esteja todo mundo contra


Esqueça a aparência e preste atenção no sentido


E sinta o que levo dentro

Laura Pausini - Gente (video clip)



Gente

Si sbaglia sai quasi continuamente

Sperando di non farsi mai troppo male


Ma quante volte si cade


La vita sai è un filo in equilibrio

E prima o poi ci ritroviamo distanti


Davanti a un bivio


Ed ogni giorno insieme per fare solo un metro in più

Ci vuole tutto il bene che riusciremo a trovare in ognuno di noi


Ma a volte poi basta un sorriso solo

A sciogliere in noi anche un inverno di gelo


E ripartire da zero


Perché non c'è un limite per nessuno

Che dentro sè abbia un amore sincero


Solo un respiro


Non siamo angeli in volo venuti dal cielo

Ma gente comune che ama davvero


Gente che vuole un mondo più vero


La gente che incontri per strada in città


Prova e vedrai ci sarà sempre un modo

Dentro di noi per poi riprendere il volo


Verso il sereno


Non siamo angeli in volo venuti dal cielo

Ma gente comune che ama davvero


Gente che vuole un mondo più vero


La gente che insieme lo cambierà


Non siamo angeli in volo venuti dal cielo

Ma gente comune che ama davvero


Gente che vuole un mondo più vero


La gente che insieme lo cambierà


Insieme lo cambierà, proverà

Gente che proverà


Lavori lo cambierà, riuscirà


Gente che riuscirà


Insieme ci riuscirà, cambierà


Gente che cambierà

Gente

Se engana quase continuamente

Esperando de não fazer jamais muito mal


Mas quantas vezes se cai


A vida é um fio em equilíbrio

E mais cedo ou mais tarde nos encontraremos distantes


Frente a uma dúvida


E cada dia juntos para fazer só um metro mais

Se necessita todo o bem que encontraremos em cada um de nós


Mas depois as vezes basta só um sorriso

Para soltar em nós também um inverno de gelo


E recomeçar do zero


Por que não existe um limite para ninguém

Que dentro de si tenha um amor sincero


Só um respiro


Não somos anjos em voo, vindos do céu,

Mas gente comum que ama de verdade


Gente que quer um mundo mais verdadeiro


A gente que se encontra pela estrada da cidade


Tente e verás que sempre existirá um modo

Dentro de nós para depois retomar o voo


Em direção à tranquilidade


Não somos anjos em voo vindos do céu

Mas gente comum que ama de verdade


Gente que quer um mundo mais verdadeiro


Gente que unida o transformará


Não somos anjos em voo vindos do céu

Mas gente comum que ama de verdade


Gente que quer um mundo mais verdadeiro


Gente que unida o transformará


Junta o transformará, tentará

Gente que tentará


Trabalhando o transformará, conseguirá


Gente que conseguirá


Juntos se conseguirá, transformará


Gente que transformará

quarta-feira, 12 de março de 2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Quando o Sol Bater Na Janela do Teu Quarto Legião Urbana


Quando o sol bater
Na janela do teu quarto,
Lembra e vê
Que o caminho é um só,
Porque esperar
Se podemos começar
Tudo de novo?
Agora mesmo,
A humanidade é desumana
Mas ainda temos chance,
O sol nasce pra todos,
Só não sabe quem não quer,
Quando o sol bater
Na janela do teu quarto,
Lembra e vê
Que o caminho é um só,
Até bem pouco tempo atrás,
Poderíamos mudar o mundo,
Quem roubou nossa coragem?
Tudo é dor,
E toda dor vem do desejo,
De não sentirmos dor,
Quando o sol bater
Na janela do teu quarto,
Lembra e vê
Que o caminho é um só.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

EU SÓ QUERO SABER DO QUE PODE DAR CERTO - NÃO TENHO TEMPO A PERDER!!!...

Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder...(2x)
-"Não é o meu país
É uma sombra que pende
Concreta
Do meu nariz em linha reta
Não é minha cidade
É um sistema que invento
Me transforma
E que acrescento
À minha idade
Nem é o nosso amor
É a memória que suja
A história que enferruja
O que passou
Não é você
Nem sou mais eu
Adeus meu bem
Adeus! Adeus!
Você mudou, mudei também
Adeus amor! Adeus!
E vem!"
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder...(2x)

+/_ TITÃS

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Vento... ventania


Vento, ventania
Me leve para
As bordas do céu

Vento, ventania
Me leve pra onde
Nasce a chuva
Pra lá de onde
O vento faz a curva...
Me deixe cavalgar
Nos seus desatinos
Nas revoadas
Redemoinhos...

Vento, ventania
Me leve sem destino
Quero juntar-me a você
E carregar
Os balões pro mar
Mandar meus beijos
Pelo ar...

Vento, ventania
Me leve pra qualquer lugar
Me leve para
Qualquer canto do mundo
 Ásia, Europa, América...

Vento, ventania
Me leve para
Os quatro cantos do mundo
Quero mover
As pás dos moinhos
E abrandar o calor do sol

Vento, ventania
Agora que estou solto na vida
Me leve pra qualquer lugar
Me leve mas não me faça voltar...


+/_
Biquini Cavadão

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Desenredo

Desenredo

Por toda terra que passo
Me espanta tudo o que vejo
A morte tece seu fio
De vida feita ao avesso
O olhar que prende anda solto
O olhar que solta anda preso
Mas quando eu chego
Eu me enredo
Nas tranças do teu desejo
O mundo todo marcado
A ferro, fogo e desprezo
A vida é o fio do tempo
A morte é o fim do novelo
O olhar que assusta
Anda morto
O olhar que avisa
Anda aceso
Mas quando eu chego
Eu me perco
Nas tramas do teu segredo
Ê, Minas
Ê, Minas
É hora de partir
Eu vou
Vou-me embora pra bem longe
A cera da vela queimando
O homem fazendo o seu preço
A morte que a vida anda armando
A vida que a morte anda tendo
O olhar mais fraco anda afoito
O olhar mais forte, indefeso
Mas quando eu chego
Eu me enrosco
Nas cordas do teu cabelo
Ê, Minas
Ê, Minas
É hora de partir
Eu vou
Vou-me embora pra bem longe

domingo, 22 de dezembro de 2013

"É tão dolorido o que tu pensas 
e tão "pesada" a carga de tuas memórias 
 que eu só posso te desejar... AMNÉSIA 
para que assim tu sejas feliz."

CEL...
 

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Você e Eu Vinicius de Moraes


Podem me chamar
E me pedir e me rogar
E podem mesmo falar mal
Ficar de mal que não faz mal
Podem preparar
Milhões de festas ao luar
Que eu não vou ir
Melhor nem pedir
Eu não vou ir, não quero ir
E também podem me obrigar
Até sorrir, até chorar
e podem mesmo imaginar
O que melhor lhes parecer
Podem espalhar
Que eu estou cansado de viver
E que é uma pena
Para quem me conheceu
Eu sou mais você
E... eu

terça-feira, 5 de novembro de 2013

1976...

1976

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Séculos: Século XIX - Século XX - Século XXI
Décadas: 1920 - 1930 - 1940 - 1950 - 1960 - 1970 - 1980 - 1990 - 2000 - 2010 - 2020
Anos: 1971 1972 1973 1974 1975 - 1976 - 1977 1978 1979 1980 1981
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikisource Textos originais no Wikisource
1976 em outros calendários
Calendário gregoriano 1976
MCMLXXVI
Ab urbe condita 2729
Calendário arménio 1425
Calendário chinês 4672 – 4673
Calendário hebraico 5736 – 5737
Calendários hindus
- Vikram Samvat
- Shaka Samvat
- Kali Yuga

2031 – 2032
1898 – 1899
5077 – 5078
Calendário persa 1354 – 1355
Calendário islâmico 1396 – 1397
Calendário rúnico 2226
1976 (MCMLXXVI, na numeração romana) foi um ano bissexto, de 366 dias, do Calendário Gregoriano, com 53 semanas, as suas letras dominicais foram D e C, teve início a uma quinta-feira e terminou a uma sexta-feira.

Eventos

Fevereiro

Abril

Junho

Julho

Novembro

Dezembro


Nascimentos


Falecimentos

Por tema


Prémio Nobel

Ligações externas

O Commons possui uma categoria com multimídias sobre 1976

Referências

  1. Ir para cima Gustav Heinemann (em espanhol). Página visitada em 15 de janeiro de 2011.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

November Rain Guns N' Roses

November Rain

Guns N' Roses

When I look into your eyes
I can see a love restrained
But darlin' when I hold you
Don't you know I feel the same
'Cause nothin' lasts forever
And we both know hearts can change
And it's hard to hold a candle
In the cold November rain
We've been through this such a long long time
Just tryin' to kill the pain
But lovers always come and lovers always go
And no one's really sure who's lettin' go today
Walking away
If we could take the time
To lay it on the line
I could rest my head
Just knowin' that you were mine
All mine
So if you want to love me
Then darlin' don't refrain
Or I'll just end up walkin' In the cold
November rain
Do you need some time...on your own
Do you need some time...all alone
Everybody needs some time... On their own
Don't you know you need some time...
All alone
I know it's hard to keep an open heart
When even friends seem out to harm you
But if you could heal a broken heart
Wouldn't time be out to charm you
Sometimes I need some time...on my own
Sometimes I need some time...all alone
Everybody needs some time... On their own
Don't you know you need some time...
All alone
And when your fears subside
And shadows still remain
I know that you can love me
When there's no one left to blame
So never mind the darkness
We still can find a way
'Cause nothin' lasts forever
Even cold November rain
Don't ya think that you need somebody
Don't ya think that you need someone
Everybody needs somebody
You're not the only one
You're not the only one
Don't ya think that you need somebody
Don't ya think that you need someone
Everybody needs somebody
You're not the only one
You're not the only one
Don't ya think that you need somebody
Don't ya think that you need someone
Everybody needs somebody
You're not the only one
You're not the only one
Don't ya think that you need somebody
Don't ya think that you need someone
Everybody needs somebody

Chuva de Novembro

Quando olho nos seus olhos
Posso ver um amor reprimido
Mas querida, quando te abraço
Você não sabe que sinto o mesmo?

Porque nada dura para sempre
E nós dois sabemos que corações podem mudar
E é difícil segurar uma vela
Na chuva fria de Novembro

Estamos nessa situação há tanto, tanto tempo
Simplesmente tentando matar a dor, oh yeah

Mas amores sempre vêm e amores sempre vão
E ninguém tem certeza de quem vai desistir hoje
e ir embora

Se nós pudéssemos ter um tempo
Para acertar tudo
Eu poderia descansar minha cabeça
Simplesmente sabendo que você foi minha
Totalmente minha

Então, se você quiser me amar
Então querida, não se reprima
Ou simplesmente vou terminar indo embora
Na fria chuva de novembro

Você precisa de um tempo, só para você?
Você precisa de um tempo, sozinha?
Todo mundo precisa de um tempo, para si
Você não sabe que precisa de um tempo
Sozinha?

Sei que é difícil manter o coração aberto
Quando até mesmo os amigos parecem te machucar
Mas se pudesse curar um coração partido
Não haveria tempo para te encantar?

As vezes preciso de um tempo, para mim
As vezes preciso de um tempo, totalmente sozinho
Todo mundo precisa de um tempo, para si
Você não sabe que precisa de um tempo,
Totalmente sozinha?

E quando seus temores se acalmarem
E as sombras ainda permanecerem
Sei que você pode me amar
Quando não houver mais ninguém para culpar
Então não se preocupe com a escuridão
Ainda podemos encontrar um jeito
Porque nada dura para sempre
Nem mesmo a fria chuva de novembro

Você não acha que precisa de alguém?
Você não acha que precisa de alguém?
Todos precisam de alguém
Você não é a única
Você não é a única

Você não acha que precisa de alguém?
Você não acha que precisa de alguém?
Todos precisam de alguém
Você não é a única
Você não é a única

Você não acha que precisa de alguém?
Você não acha que precisa de alguém?
Todos precisam de alguém
Você não é a única
Você não é a única

Você não acha que precisa de alguém?
Você não acha que precisa de alguém?
Todos precisam de alguém

Por Eu Ter Me Machucado - JOSÉ AUGUSTO

Por Eu Ter Me Machucado

José Augusto

Eu jurei pra mim que nunca mais iria amar ninguém
Que se acaso eu me envolvesse só seria de momento
Que jamais, em tempo algum, iria acreditar de novo
Que ninguém teria a manha de ferir meus sentimentos
Por eu ter me machucado
Eu achei melhor fugir
Mas você foi me tocando com cuidado
Se apossou de mim
Por eu ter me machucado
Quase, quase que perdi
A doçura selvagem dos teus abraços
O amor mais lindo que eu conheci
Sempre fui uma pessoa reservada e fria
Tô aqui contando estrelas, olho o mar, tá tão bonito
Quero mais é ir bem longe nesse nosso amor profundo
Eu te quero, amo, adoro, coisa mais linda do mundo
Por eu ter me machucado
Eu achei melhor fugir
Mas você foi me tocando com cuidado
Se apossou de mim
Por eu ter me machucado
Quase, quase que perdi
A doçura selvagem dos teus abraços
O amor mais lindo que já conheci

A MÚSICA FAZ PARTE DA NOSSA VIDA!!! SEM PENSAR MUITO - RESPONDA -


QUE MÚSICA INFANTIL FEZ PARTE DO SEU TEMPO DE CRIANÇA?
QUAL A MÚSICA MAIS ANTIGA QUE VC CONHECE... QUAL A PRIMEIRA MÚSICA QUE VC LEMBRA TER OUVIDO... QUAL A MÚSICA QUE VC A-DOOO-RA, QUE VC MAIS GOSTA... A MAIS BONITA... A MAIS LEGAL... E QUAL A QUE VC MAIS DE-TEEES-TA... QUE MÚSICA VC CONSIDERA A TRILHA SONORA DA SUA VIDA... QUAL MÚSICA VC CONSIDERA A SUA CARA... QUE MÚSICA VC GOSTARIA QUE TOCASSE NO DIA DO SEU CASAMENTO... QUE MÚSICA TE LEMBRA SEU PRIMEIRO AMOR... QUE MÚSICA TE PASSA UMA MENSAGEM LEGAL E OU TE FAZ REFLETIR... E SE VC QUISESSE MANDAR UM RECADO PARA ALGUÉM COM QUAL MÚSICA FARIA ISSO!?... QUE MÚSICA TE FAZ SORRIR... QUE MÚSICA TE FAZ CHORAR... QUE MÚSICA TE DÁ AQUELA P"!@#$%¨&()+ VONTADE DE CANTAR E DANÇAR... JÁ PAROU PRA PENSAR?

Uni Duni Tê

Trem da Alegria

Eu quis saber da minha estrela-guia
Onde andaria meu sonho encantado
Fada-madrinha, vara de condão
Esse meu coração sonhando acordado
Vai nos levar para um mundo de magia
Onde a fantasia vai entrar na dança
E quando o brilho do amor chegar
Eu quero é mais brincar, melhor é ser criança
Uni duni duni tê, ô ô ô ô
Salamê minguê, ô ô ô ô
Sorvete colorê
Sonho encantado onde está você?
A carruagem vai seguir viagem
E o Trem da Alegria vai pedir passagem
Na direção do amor que eu preciso
Do meu paraíso, doce paisagem
Vai nos levar para um mundo de magia
Onde a fantasia vai entrar na dança
E quando o brilho do amor chegar
Eu quero é mais brincar, eu quero ser criança
Uni duni duni tê, ô ô ô ô
Salamê minguê, ô ô ô ô
Sorvete colorê
Sonho encantado onde está você?


Zeppelin

Trem da Alegria

Vamos voar
Chegar bem perto das estrelas
E lá de cima ver a Terra toda azul
Seguir o sonho aonde quer que ele esteja
E procurar do Pólo Norte ao Pólo Sul
Seguir a luz na direção de um cometa
Nessa aventura tudo pode acontecer
O coração batendo forte, que beleza
Na emoção de estar juntinho de você
Faz teco-teco e voa feito um avião
Faz roda-roda, passa-passa gavião
E vamos nós levando a vida por aí
Conte até 10 que o Zeppelin já vai subir
No Zeppelin abrir caminho pelo céu
Voar, voar e descobrir
Que a lua é de queijo
E o sol é uma bola de mel

Pra Ver Se Cola

Trem da Alegria

Entre borrachas e apontadores
Mora o meu grande amor
Colei seu nome com várias cores
No livro que ela me emprestou
Mandei mil balas e mariolas
Roubei as flores todas do jardim
Eu faço tudo na minha escola
Pra ver se ela gosta de mim
Cola o teu desenho no meu
Pra ver se cola
Cola o meu retrato no teu
E me namora
Comigo nessa dança
Um sonho de criança
E o meu coração cola no teu
Pra ver se cola(2x)

Dona Felicidade

Trem da Alegria

Lua lá no céu,
Queijo pão de mel
Na ponta do pincel,
Mostra no papel aonde encontrar
A tal da dona felicidade
Perguntei pro céu
Perguntei pro mar, pro mágico chinês
Mas parece ninguem sabe, aonde a felicidade
Resolveu de vez morar
Até que um anjo me disse, que ela existe
Que é tão fácil encontrar
Bem lá no fundo do peito o amor é feito
É só você se entregar
E você vai ser muito feliz,
É só na vida acreditar
E você vai ser muito feliz,
É só na vida acreditar
Lua lá no céu...
Lálálálálálálálálá
Lálálálálálálálálá...


Tic-tac Do Amor

Trem da Alegria

Pegue a maçã
Faça um pedido e conte até três
Tchan, tchan, tchan, tchan
Grite Shazam
Tudo vai acontecer
Rasgue o papel
Veja o presente e o futuro também
Conte até cem
Pra descobrir
Sonhos que vão renascer
Quero brincar
De amarelinha e num salto voar
Olé, olá
Na emoção de por você esperar
Tic tic-tac
Corre, corre o tempo
Fazendo zig-zag
Coração sonhando
No peito bate bate
Tic tic-tac do amor
Ô ô ô ô
Ô ô ô ô
Quando o coração bate
Tic tic-tac do amor

Dartagnan e os Três Mosqueteiros

Trem da Alegria

Todos corajosos, sim,
Os famosos mosqueteiros
Os perigos a entrentar
E ajudar terceiros
Mil donzelas a salvar
Os três mosqueteiros
Contra o mal sempre a lutar
E ao fraco ajudar
E nas lutas sem igual
Mil vitórias nos combates
Um por todos contra o mal
E todos por um
E o amor de Dartagnan
Era pra Juliette
Conquistou o seu amor
E seu coração
Dartagnan, Dartagnan
É um valente e forte
Dartagnan, Dartagnan
A enfrentar a morte
Dartagnan, Dartagnan
Sempre em defesa do mais fraco e oprimido
Dartagnan, Dartagnan
De todos é amigo
Dartagnan, Dartagnan
Aos fracos dá abrigo
Dartagnan, Dartagnan
A todos quer sempre ajudar
Lá lá lá lá
Lá lá lá lá
Lá lá lá lá


Debaixo do Seu Nariz

Trem da Alegria

Gosto de ser criança
Fazer amigos poder sonhar
Nas asas da fantasia
Criar um mundo pra se morar
Entre pra nossa turma
Mil aventuras vão te esperar
Basta você querer
E fazer de conta pra começar
Sei que já sou crescido
Mas sou criança no coração
Jogo bola de gude, esconde esconde
E rodo pião
Gosto de ir no parque, roda gigante
E carrocel
Podem até dizer que eu sou pinel
Por isso vamos brincar
Por isso vamos cantar
Por isso venha ficar com a gente
E será feliz
Por isso vamos brincar
Por isso vamos cantar
A felicidade está bem debaixo do seu nariz

A Moda do Sapo

Trem da Alegria

Bate palma pra dentro
Bate palma pra fora
Que amanhã bem cedinho
Todo mundo vai embora
Encontrei com o sapo
Na beira do rio
Tava sem camisa
Morrendo de frio
Bate palma pra dentro
Bate palma pra fora
Que amanhã bem cedinho
Todo mundo vai embora
A mulher do sapo
Foi quem me falou
Que o marido dela
Era professor
Bate palma pra dentro
Bate palma pra fora
Que amanhã bem cedinho
Todo mundo vai embora
A mulher do sapo
Teve privilégio
Pegou a sapinha, maninha
Botou no colégio
Bate palma pra dentro
Bate palma pra fora
Que amanhã bem cedinho
Todo mundo vai embora
Encontrei com o sapo
Lá no pé da serra
Camisa pra fora
Voltando da guerra

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