terça-feira, 17 de janeiro de 2017

DOMINGAS - QUALQUER SEMELHANÇA... O CHAMADO DO MEU POVO FALANDO MAIS ALTO.

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A atriz Zahy Guajajara


Tremembés

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Pormenor do mapa da costa do Ceará de 1629 (Albernaz I); em destaque as terras dos tremembés.
Os tremembés são um grupo étnico indígena que habita os limites do município brasileiro de Itarema, no litoral do estado do Ceará, mais precisamente na Área Indígena Tremembé de Almofala (Itarema), Terras Indígenas São José e Buriti (Itapipoca), Córrego do João Pereira (Itarema e Acaraú) e Tremembé de Queimadas (Acaraú).
distribuição dos grupos de língua tupi na costa, no século XVI.

Índice

A saga dos Tremembé

Os tremembés eram originalmente nômades que viviam num território que estendia-se do sul do Maranhão até o Rio Acaraú, no atual estado do Ceará[1]. Foram aldeados pelos Jesuítas no século XVII nas missões de Tutoya (Tutóia-Maranhão), Aldeia do Cajueiro (Almofala) e Soure (Caucaia).[2]
Foram declarados como não existentes pelo então governador da Província do Ceará (José Bento da Cunha Figueiredo Júnior), após decreto de 1863. Antes disto, em 1854, os índios perderam o direito da terra pela regulamentação da Lei da Terra. Estes ressurgem no cenário cearense nas décadas de 1980 e 1990, quando são reconhecidos pela Fundação Nacional do Índio.[3]

Arte e cultura

Arte tremembé
Os tremembés conseguiram guardar um pouco da sua arte e cultura. Eles ainda dançam o torém (uma dança ritual) e ainda produzem o mocororó (vinho de caju azedo fermentado).[4] Eles costumam pintar as paredes das suas habitações e cerâmicas com motivos simbólicos do seu habitat, como: o caju, a rolinha, peixes, caranguejos e outros. As mulheres tremembés confeccionam biojoias, como colares e pulseiras com conchas, búzios e sementes.
A tecelagem também é confeccionada por estes.
Mapa indicando a presença indígena contemporânea no Ceará. Fontes: Fundação Nacional do Índio e Fundação Nacional de Saúde.
Etnias indígenas com mais representantes no Leste-Nordeste do Brasil

Referências


  • BUENO, E. Brasil: uma história. Segunda edição revista. São Paulo. Ática. 2003. p. 18,19.

  • Galvão, R.. Arte Tremembé. Fortaleza: SEBRAE-CE. 2005

  • Revista Universidade Pública Ano III -N° 12. Fortaleza: UFC. Julho/Agosto 2002

    1. [1]

    Ligações externas

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    quinta-feira, 13 de outubro de 2016

    Vó Cabocla - Mestre Ambrósio




    Na loca da pedra,
    No meio do mato
    Bem longe dos olhos
    De um gavião...

    A vida é um presente
    Que vem do passado
    Eis que acharam no mato
    A menina, então...

    Miudinha... Miudinha...

    Feito estrela na noite,
    Disparada no dia
    A menina crescendo
    Era um rio correndo
    Um riso que ria

    Antes de tanta gente
    Foi semente sozinha
    Hoje o rio correndo
    E a mata dizendo
    ?és minha! és minha!?

    Vó Cabocla...

    domingo, 9 de outubro de 2016

    Carta para ti Madredeus




    Fico
    Para ti
    Como sou

    Aqui espero
    Desespero
    Como era
    Sou quem era

    Foi assim
    Foi no tempo que passou
    Foi sentir o teu olhar
    Por mim fica quem já me chamou
    Assim

    Era
    Para ti
    Como sou

    É o tempo
    Que lamento
    Vou esperar
    Não vou esquecer

    Foi assim
    Que o tempo parou
    Num lugar em mim
    Que p´ra ti ficou

    Estou aqui
    No desejo
    Do que vi
    Do que vejo

    Quero saber de ti
    P´ra voltar a ver
    Em mim o que vi
    E não vou esquecer

    Estou aqui
    No desejo
    Do que vi
    Do que vejo

    Fico
    Para ti
    Como sou

    terça-feira, 26 de abril de 2016

    SOBRE O TEMPO - NENHUM DE NÓS (RECORDAÇÕES ANOS 80)




       


    Sobre o Tempo
    Nenhum de Nós


    Os homens trocam as famílias
    As filhas, filhas de suas filhas
    E tudo aquilo que não podem entender
    Os homens criam os seus filhos
    Verdadeiros ou adotivos
    Criam coisas que não deviam conceber

    O passado está escrito
    Nas colunas de um edifício
    Ou na geleira
    Onde um mamute foi morrer
    O tempo engana aqueles que pensam
    Que sabem demais que juram que pensam
    Existem também aqueles que juram
    Sem saber

    O tempo passa e nem tudo fica
    A obra inteira de uma vida
    O que se move e
    O que nunca vai se mover.


    quarta-feira, 13 de abril de 2016

    As Noites Skank






    As ruas desse lugar
    Conhecem bem
    As noites longas, as noites pálidas
    Quando eu te procurava

    As casas desse lugar
    Se lembrarão
    Do nosso abraço, da sombra insólita
    Espelho azul no chão

    As ruas desse lugar
    Agora eu sei
    Sempre escutaram a nossa música
    Quando eu te respirava

    As pedras municipais
    Se impregnaram
    Da dupla imagem, da dupla solidão
    A sombra ali no chão

    E lá no céu constelações
    Num arranjo inusitado
    O seu nome desenhado
    Pelo menos tinha essa ilusão

    E lá no céu os astros
    Num arranjo surpreendente
    Se buscavam como a gente
    Pelo menos tinha essa ilusão

    São milhares de estrelas
    Singulares letras vivas no céu

    As ruas desse lugar
    Conhecem bem
    As noites longas, as noites pálidas
    Quando eu te procurava

    As casas desse lugar
    Se lembrarão
    Do nosso abraço, da sombra insólita
    Espelho azul no chão

    E lá no céu constelações
    Num arranjo inusitado
    O seu nome desenhado
    Pelo menos tinha essa ilusão

    E lá no céu os astros
    Num arranjo surpreendente
    Se buscavam como a gente
    Pelo menos tinha essa ilusão

    São milhares de estrelas
    Singulares letras vivas no céu
    São milhares de estrelas
    Singulares letras vivas no céu

    terça-feira, 26 de janeiro de 2016

    A LA F. Nietzsche - AFORISMOS... SOU MUITO BOA NISSO!!!

    A minha ambição é dizer em dez frases o que outro qualquer diz num livro -, o que outro qualquer «não» diz nem num livro inteiro...

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