Total de visualizações de página

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Ali Skank


Ela entrou e eu estava ali
Ou será que fui eu que ali entrei
Sem sequer pedir a menor licença?
Ela de batom caqui
Com os olhos olhava o quê? Eu não sei
Olhos de águas vindas
De outros oceanos
Ela me olhou - Quem?
Quem sabe com ela
Eu teria as tardes
Que sempre me passaram
Como miragens, como invenção!
Se eu não posso ter
Fico imaginando
Eu fico imaginando
Virá com ela que entrega
Virá, sim, assim virá que eu vi
Virá ou ela me espera
Virá, pois ela está ali
Ela amou o que estava ali
Ou será que foi dela o que eu já amei
Como os laços fixos de uma residência?
Ela: Alô!? E eu não reagi
Com os olhos olhava o que eu lembrei
Quando andava indo
Em outra direção
Ela me olhou - Vem!
Quem sabe com ela
Eu veria as tardes
Que sempre me faltaram
Como miragens, como ilusão!
Se eu não posso ver
Fico imaginando
Eu fico imaginando
Virá com ela que entrega
Virá, sim, assim virá que eu vi
Virá ou ela me espera
Virá, pois ela está ali
Ela andou e eu fiquei ali
Ou será que fui eu que dali mudei
Com uns passos mudos
De uma reticência?
Ela me olhou bem
Quem sabe com ela
Eu teria achado
O que sempre me faltava
Cores, colagens, sons, emoção!
Se eu não posso ser
Fico imaginando
Eu fico imaginando
Virá com ela que entrega
Virá, sim, assim virá que eu vi
Virá ou ela me espera
Virá, pois ela está ali

As Noites Skank


As ruas desse lugar
Conhecem bem
As noites longas, as noites pálidas
Quando eu te procurava
As casas desse lugar
Se lembrarão
Do nosso abraço, da sombra insólita
Espelho azul no chão
As ruas desse lugar
Agora eu sei
Sempre escutaram a nossa música
Quando eu te respirava
As pedras municipais
Se impregnaram
Da dupla imagem, da dupla solidão
A sombra ali no chão
E lá no céu constelações
Num arranjo inusitado
O seu nome desenhado
Pelo menos tinha essa ilusão
E lá no céu os astros
Num arranjo surpreendente
Se buscavam como a gente
Pelo menos tinha essa ilusão
São milhares de estrelas
Singulares letras vivas no céu
As ruas desse lugar
Conhecem bem
As noites longas, as noites pálidas
Quando eu te procurava
As casas desse lugar
Se lembrarão
Do nosso abraço, da sombra insólita
Espelho azul no chão
E lá no céu constelações
Num arranjo inusitado
O seu nome desenhado
Pelo menos tinha essa ilusão
E lá no céu os astros
Num arranjo surpreendente
Se buscavam como a gente
Pelo menos tinha essa ilusão
São milhares de estrelas
Singulares letras vivas no céu
São milhares de estrelas
Singulares letras vivas no céu

Balada Do Amor Inabalável Skank


Leva essa canção
De amor dançante
Prá você lembrar de mim
Seu coração lembrar de mim
Na confusão do dia-a-dia
No sufoco de uma dúvida
Na dor de qualquer coisa
É só tocar essa balada
De swing inabalável
Que é oásis pro amor
Eu vou dizendo
Na seqüência bem clichê
Eu preciso de você
Darará! Dararumdá Darará!
Dararumdá! Darumdá!
Darumdá! Darumdá!
É força antiga do espírito
Virando convivência
De amizade apaixonada
Sonho, sexo, paixão
Vontade gêmea de ficar
E não pensar em nada
Planejando
Pra fazer acontecer
Ou simplesmente
Refinando essa amizade
Eu vou dizendo
Na sequência bem clichê
Eu preciso de você
Darará! Dararumdá Darará!
Dararumdá! Darumdá!
Darumdá! Darumdá!
Mesmo que a gente se separe
Por uns tempos ou quando
Você quiser lembrar de mim
Toque a balada
Do Amor Inabalável
Swing de amor nesse planeta
Mesmo que a gente se separe
Por uns tempos ou quando
Você quiser lembrar de mim
Toque a balada
Seja antes ou depois
Eterna Love Song de nós dois
Leva essa canção
De amor dançante
Pra você lembrar de mim
Seu coração lembrar de mim
Na confusão do dia-a-dia
No sufoco de uma dúvida
Na dor de qualquer coisa
Darará! Dararumdá Darará!
Dararumdá! Darumdá!
Darumdá! Darará!
Darará! Dararumdá Darará!
Dararumdá! Darumdá!
Darumdá! Darará!
Dararumdá! Darumdá!
Darumdá! Darará!

É Tarde Skank


Se você olhar um pouco ao seu redor
Vai poder notar que a noite já caiu
Se você voltar pra casa e não achar ninguém
Vai notar que na cidade falta alguém
Se você ligar o rádio
Todas as canções irão dizer: Goodbye, so long, my love
Se você ligar o rádio
Todas elas juntas vão dizer: é tarde
Se você perdeu agora a ilusão
De que os fatos eram fios em suas mãos
Vai querer tirar do armário o velho violão
Vai notar que ainda falta uma canção
Se você ligar o rádio
Todas as canções irão dizer: Goodbye, so long, my love
Você vai deixar na lista
Das tarefas de amanhã: chorar mais tarde
E quando o sol da manhã bater na porta
E quando nada lá fora agora importa
Tudo bem, é tarde

Estare Prendido En Tus Dedos Skank


Para ti soy un aprendiz
Preso entre Escila y Caríbdis
Hipnotizado si vacilo
Mirando en tu dedo el anillo
Solo vengo aquí para saber
Cosas que no me dijeron ayer
Puedo ver el destino que vendes
Banda de oro en el dedo que extiendes
ESTARE PRENDIDO EN TUS DEDOS
Mefistofeles no es tu apellido
Un poco más y lo habría sido
Escucharé bien todo lo que dices
Verás lo que pueden los aprendices
ESTARE PRENDIDO EN TUS DEDOS
Diablo y mar profundo están detrás
Un segundo y no me encontrarás
Tornaré tu rostro en alabastro
Sabes que tu siervo es tu maestro
ESTARÁS AHORA EN MIS DEDOS

Formato Mínimo Skank


Começou de súbito
A festa estava mesmo ótima
Ela procurava um príncipe
Ele procurava a próxima
Ele reparou nos óculos
Ela reparou nas vírgulas
Ele ofereceu-lhe um ácido
E ela achou aquilo o máximo
Os lábios se tocaram ásperos
Em beijos de tirar o fôlego
Tímidos, transaram trôpegos
E ávidos, gozaram rápido
Ele procurava álibis
Ela flutuava lépida
Ele sucumbia ao pânico
E ela descansava lívida
O medo redigiu-se ínfimo
E ele percebeu a dádiva
Declarou-se dela, o súdito
Desenhou-se a história trágica
Ele, enfim, dormiu apático
Na noite segredosa e cálida
Ela despertou-se tímida
Feita do desejo, a vítima
Fugiu dali tão rápido
Caminhando passos tétricos
Amor em sua mente épico
Transformado em jogo cínico
Para ele, uma transa típica
O amor em seu formato mínimo
O corpo se expressando clínico
Da triste solidão, a rúbrica

Gentil Loucura Skank


Hoje eu tô jogando tudo fora
Tudo que não presta mais
Todo o lixo que juntei
Nos meus becos e quintais
Tô falando de loucura
Tô falando de viver
Aura clara, sorte escura
Descobrir o que se é, e ser
Pois é preciso ser honesto
Se cada dia é diferente
Sou um anjo e não presto
Sou só eu no meio desta gente
Tô cansado de bancar
O herói de mim ou do bem
Abro a porta, eu quero mais
Eu quero ser sincero com alguém
Deixe que eu respire o ar livre da rua
Sem parar pra discutir
Deixe que eu passeie minha loucura
Gentilmente por aí

O Homem Que Sabia Demais Skank



Sabia, sim sabia mais e mais e mais e mais
O homem que sabia cheio de eletricidade
Ele sabia que o amor é um tiro, num alvo
além da visão, capaz da miragem mais linda
No olho de um furação... Sabia que o desejo
é um rio, cheio de eletricidade, como um animal
no cio indiferente á felicidade
O homem que sabia demais, não sabia,
não sabia, esquecer nem voltar atrás
Pois sabia mais, muito mais do que podia saber
sabia mais e mais e mais e mais... mais do que eu
ele sabia que sua paixão debochava da velha moral,
como um feitiço absurdo muito além do bem e do mal
Continuava sempre sozinho, procurando entender a razão
que lhe tornava um ser tão sabido mas não, não
Não explicava a solidão
Ele sabia que o amor é um tiro, num alvo além da visão,
capaz da miragem mais linda
NO olho de um furacão... Sabia que o desejo é um rio,
cheio de eletricidade, como um animal no cio
Indiferente á felicidade
Ah! se eu disser que é quatro e meia
você diz que é meia e quatro
Se eu disser que é meia e quatro você diz que
me enquadro
Num pé de pitanga, cajueiro, cala a boca
companheiro
Bom de briga e dá a porrada continua caminhada, ie

Canção Noturna - Skank


Misterioso luar de fronteira
Derramando no espinhaço quase um mar
Clareando a aduana
Venezuela, donde estás?
Não sei por que nessas esqquinas vejo o seu olhar
Minha camisa estampada com o rosto de Elvis
A minha guitarra é minha razão Minha sorte anunciada
Misteriosamente a lua sobre nada
Não sei por que nessas esquinas vejo o seu olhar
Não sei por que nessas esquinas vejo o seu olhar
Espalhe por aí boatos de que eu ficarei aqui
Espalhe por aí boatos de que eu ficarei aqui
Vem, mamacita, doida e meiga
Sempre o âmago dos fatos
Minha guerra e as flores do cactos
Poema, cinema, trincheira
Não sei por que nessas lagunas vejo o seu olhar
Um cego na fronteira, filósofo da zona
Me disse que era um dervixe
Eu disse pra ele, camarada
Acredito em tanta coisa que não vale nada
Não sei por que nessas esquinas vejo o seu olhar
Não sei por que nessas esquinas vejo o seu olhar
Espalhe por aí boatos de que eu ficarei aqui
Espalhe por aí boatos de que eu ficarei aqui
Não sei por que nessas esquinas vejo o seu olhar
Não sei por que nessas escunas vejo o seu olhar
Velejando, viajando, sol quarando
Meu querer, meu dever, meu devir
E eu aqui a comer poeira
Que o sol deixará
Não sei por que nessas esquinas vejo seu olhar
Não sei por que nessas esquinas vejo seu olhar

Nômade - Skank


A minha casa está onde está o meu coração
Ele muda, minha casa não
No campo, em minas, terras gerais ou qualquer lugar
Onde estou, a minha casa está
Meu endereço é o sítio estrelado de norte a sul
Ele muda a cada estação
Na boca do sertão, na varanda do seu olhar
Onde estou, a minha casa está
A minha carne é feita de tudo que vai e vem
Tempo, nuvem, aflição também
Encontro e perda ao mesmo tempo, eu não vou parar
Onde estou, a minha casa está
Porque que eu sou apenas movimento
Sou do mundo, sou do vento
Nômade
Porque quando paro sou ninguém
Não declaro onde ou quem
Nômade
Porque eu sou apenas movimento
Sou do mundo, sou do vento
Nômade
Porque quando passo sou alguém
Sou do espaço, sou do bem
Nômade

Os Exilados - Skank



Meu coração tá batendo de amor e cansaço
Saudade do abraço, do morno regaço onde eu deixei
Um pedaço de mim, um pedaço de mim
Meu coração parecendo um lobo rubro aço
Ficou mudo no abraço, é de veludo o laço com que eu atei
Um pedaço de você, um pedaço de você
Com você eu vou mais longe
Que os cristos, que as crenças
Que o bonde de valença
Com você eu vou mais longe ê
(Refrão)
Meu coração é o seu
Seu coração é o meu
Meu coração é o seu
Seu coração é o meu
Meu coração tá batendo de amor e cansaço
Saudade do abraço, do morno regaço onde eu deixei
Um pedaço de mim, um pedaço de mim
Com você eu vou mais longe
Que a ilha de mallorca
Onde a porca torce o rabo
E o diabo nos esconde
(Refrão)
Meu coração parecendo um troço, um erro crasso
Tipo "lost in the space", não entende o estilhaço
Que é só, eu sei
Um balaço de amor, um balaço de amor
Com você eu vou mais longe
Que os cristos, que as crenças
Que o bonde de valença
Com você eu vou mais longe ê
(Refrão)

Resta Um Pouco Mais - Skank


Resta Um Pouco Mais (Lelo Zaneti - Chico Amaral)
Se você esqueceu meus nomes
Comece a guardar
Cada madrugada que eu te dei
Mas resta um pouco mais
Navios colossais
Que nunca deixaram o cais
Um pouco mais
Naufrágio de estrelas no céu
Uma razão cega pra viver
E um arbusto na praia ao léu
Se você esqueceu meus erros
Revele pra mim onde foi que eu desapareci
Mas restam nestes vãos
As cinzas que irão
Tornar-se a tela de minha alma
Um pouco mais
Um corpo caído nas mãos
Silenciosas de uma mulher
E um tumulto no coração
Mas quando os meus olhos
Vão por aí
Levam junto os teus
Quando os meus olhos
Vão por aí
Levam junto os teus
Se você esqueceu meus nomes
Comece a guardar
Cada madrugada que eu te dei
Mas resta um pouco mais
Navios colossais
Que nunca deixaram o cais
Um pouco mais
Naufrágio de estrelas no céu
Uma razão cega pra viver
E um arbusto na praia ao léu
Mas quando os meus olhos
Vão por aí
Levam junto os teus
Quando os meus olhos
Vão por aí
Levam junto os teus

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Milton Nascimento - Outubro


Tanta gente no meu rumo
Mas eu sempre vou só
Nessa terra desse jeito
Já não sei viver
Deixo tudo deixo nada
Só do tempo eu não posso me livrar
E ele corre para ter meu dia de morrer
Mas se eu tiro do lamento um novo canto
Outra vida vai nascer
Vou achar um novo amor
Vou morrer só quando for
A jogar o meu braço no mundo
Fazer meu outubro de homem
Matar com amor essa dor
Vou
Fazer desse chão minha vida
Meu peito é que era deserto
O mundo já era assim
Tanta gente no meu rumo
Já não sei viver só
Foi um dia e é sem jeito
Que eu vou contar
Certa moça me falando alegria
De repente ressurgiu
Minha história está contada
Vou me despedir.

sábado, 28 de setembro de 2013

Boa Sorte / Good Luck - Vanessa da Mata

É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais
That's it
There's no way
It's over, good luck
I've nothing left to say
It's only words
And what l feel
Won't change
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It's too much
É pesado / It's heavy
Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais / Isn't real
Expectativas / Expectations
Desleais
Mesmo se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais
Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who advises you
There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special
People in the world
So many special
People in the world
In the world
All you want
All you want
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It's too much
É pesado / It's heavy
Não há paz / There's no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais / Isn't real
Expectativas / That expectations
Desleais
Now we're falling
Falling, falling
Falling into the night
Into the night
Falling, falling, falling
Falling into the night
Now we're falling
Falling, falling
Falling into the night
Into the night
Falling, falling, falling
Falling into the night

A Cruz E A Espada - RPM



Havia um tempo em que eu vivia
Um sentimento quase infantil
Havia o medo e a timidez
Todo um lado que você nunca viu
Agora eu vejo,
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo e o meu desejo se perdeu de mim
E agora eu ando correndo tanto
Procurando aquele novo lugar
Aquela festa o que me resta
Encontrar alguém legal pra ficar
Agora eu vejo,
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo e o meu desejo se perdeu de mim {2x}
E agora é tarde, acordo tarde
Do meu lado alguém que eu não conhecia
Outra criança adulterada
Pelos anos que a pintura escondia
E agora eu vejo,
Que aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo e o meu desejo se perdeu de mim

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Rush: Resist (Rush in Rio)


Resist

Rush

I can learn to resist
Anything but temptation
I can learn to co-exist
With anything but pain
I can learn to compromise
Anything but my desires
I can learn to get along
With all the things i can't explain
I can learn to resist
Anything but frustration
I can learn to persist
With anything but aiming low
I can learn to close my eyes
To anything but injustice
I can learn to get along
With all the things i don't know
You can surrender
Without a prayer
But never really pray
Without surrender
You can fight
Without ever winning
But never ever win
Without a fight

Resistir

Eu posso aprender a resistir
À qualquer coisa menos à tentação
Eu posso aprender à co-existir
Com qualquer coisa menos com o medo
Eu posso aprender a entrar em acordo
Com tudo menos com meus desejos
Eu posso aprender a conviver
Com todas as coisas que eu não posso explicar
Eu posso aprender a resistir
À qualquer coisa menos à frustração
Eu posso aprender à persistir
Com qualquer coisa sem grandes objetivos
Eu posso aprender a fechar meus olhos
À qualquer coisa menos à injustiça
Eu posso aprender a conviver
Com todas as coisas que eu não conheço
Você pode se render
Sem uma oração
Mas nunca pode realmente orar
Sem uma rendição
Você pode lutar
Sem nunca vencer
Mas você nunca vencerá
Sem antes lutar.

Rush - The Pass


Rush - The Pass
Presto Album
Proud swagger out of the schoolyard
Waiting for the world's applause
Rebel without a conscience
Martyr without a cause
Static on your frequency
Electrical storm in your veins
Raging at unreachable glory
Straining at invisible chains
And now you're trembling on a rocky ledge
Staring down into a heartless sea
Can't face life on a razor's edge
Nothing's what you thought it would be
All of us get lost in the darkness
Dreamers learn to steer by the stars
All of us do time in the gutter
Dreamers turn to look at the cars
Turn around and turn aroud and turn around
Turn around and walk the razor's edge
Don't turn you back
And slam the door on me
It's not as if this barricade
Blocks the only road
It's not as if you're all alone
In wanting to explode
Someone set a bad example
Made surrender seem all right
The act of a noble warrior
Who lost the will to fight
And now you're trembling on a rocky edge
Staring down into a heartless sea
Done with life on a razor's edge
Nothing's what you thought it would be
All of us get lost in the darkness
Dreamers learn to steer by the stars
All of us do time in the gutter
Dreamers turn to look at the cars
Turn around and turn aroud and turn around
Turn around and walk the razor's edge
Don't turn you back
And slam the door on me
No hero in your tragedy
No daring in your escape
No salutes for your surrender
Nothing noble in your fate
Christ, what have you done?
All of us get lost in the darkness
Dreamers learn to steer by the stars
All of us do time in the gutter
Dreamers turn to look at the cars
Turn around and turn aroud and turn around
Turn around and walk the razor's edge
Turn around and walk the razor's edge
Turn around and walk the razor's edge
Don't turn you back
And slam the door on me


O Desfiladeiro

Rush - The Pass
Presto
O orgulhoso caminha pra fora do pátio da escola
Esperando pelo aplauso do mundo
Rebelde sem consciência
Mártir sem uma causa

Estático na sua frequência
Tempestade elétrica em suas veias
Com raiva pela glória inatingível
Tencionando as correntes invisíveis

E agora você está tremendo sobre um rochedo
Olhando fixo para um mar sem coração
Não consegue encarar o desafio da vida
Nada é o que você achou que seria

Todos nós nos perdemos na escuridão
Sonhadores aprendem a se guiar pelas estrelas
Todos nós passamos um tempo na sarjeta
Sonhadores recorrem a olhar para os carros

Vire-se e vire-se e vire-se
Vire-se e supere o limite
Não vire as costas
E bata a porta em mim

Não é como se esta barricada
Bloqueasse a única via
Não é como se você estivesse só
No desejo de explodir

Alguém estabeleceu um mau exemplo
Fez a redenção parecer certo
O ato de um nobre guerreiro
Que perdeu a vontade de lutar

E agora você está tremendo sobre um rochedo
Olhando fixo para um mar sem coração
Não consegue encarar o desafio da vida
Nada é o que você achou que seria

Todos nós nos perdemos na escuridão
Sonhadores aprendem a se guiar pelas estrelas
Todos nós passamos um tempo na sarjeta
Sonhadores recorrem a olhar para os carros

Vire-se e vire-se e vire-se
Vire-se e supero o limite
Não vire as costas
E bata a porta em mim

Nenhum herói na sua tragédia
Nenhum desafio na sua escapada
Nenhuma saudação pela sua rendição
Nada nobre no seu destino
Cristo, o que você fez?

Todos nós nos perdemos na escuridão
Sonhadores aprendem a se guiar pelas estrelas
Todos nós passamos um tempo na sarjeta
Sonhadores recorrem a olhar para os carros

Vire-se e vire-se e vire-se
Vire-se e supero o limite
Vire-se e supero o limite
Vire-se e supero o limite
Não vire as costas
E bata a porta em mim

ESSE CAMÕES!!!... SABE TUDO.


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança:
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança:
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem (se algum houve) as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Teresa Salgueiro - O Início

O MISTÉRIO... CONTINUA

A Paixão

Teresa Salgueiro

A minha alma
Sedenta de amor
Viveu num desencanto
Desolador
Até que tu vieste
O teu esplendor
Mudou o meu destino
E tudo ganhou cor
Eu despertei
Descobri a paixão
Uma visão celeste
A imensidão
Tu és para mim o Anjo
Que acalentou
O meu maior desejo
E me elevou
Só um olhar
Entendi.
O meu caminho
Levou-me p'ra ti
Secretamente reconheci
E só num olhar
Entendi quem eras
Deixei-me levar.


A Espera

Teresa Salgueiro

É a saudade
Que me transporta
A um lugar de claridade
Que me conforta
Lembranças vagas
De horas perfeitas
Tão distantes
Desfeitas
Pois já não voltam
Mas que me importa?
Eu não me sinto só
Tenho a saudade a meu lado
A minha âncora
O teu sorriso de sol
Todos os pequenos gestos
O sopro de um aguaceiro
A grandeza dos espaços
A partida, um regresso e os abraços
E as lágrimas que se guardaram
Os pés marcados na areia
Um barco que se desprende
E nas ondas serpenteia
Uma estrela que se afasta
Está tudo aqui
Canto a saudade
Canto esta espera
Canto a saudade
Canto a saudade e a espera
Canto a saudade
Canto esta espera
A eternidade
Canto a saudade
Aqui o tempo não me consegue alcançar
Canto a saudade
Canto esta espera
A eternidade


A Partida

Teresa Salgueiro

Um dia quando deixar
A minha breve morada
Serei apenas leveza no ar azul
Da madrugada
Suave neblina
Ou espuma do mar
Um instante fugaz?
Não voltarei a sentir
A luz do sol no meu rosto
Nem a frescura das àguas na pele
E tantas coisas que eu gosto
O ar das montanhas
O canto das aves
O cheiro da terra
Eu só queria dizer
Que agradeço e me abandono
Tenho o amor que me ensina a viver
Enquanto espero o Outono
Só quem amei me acompanha
Me ampera
Só o amor ficará

O MISTÉRIO...

A Batalha

Teresa Salgueiro

A luz da manhã
Revela, anuncia
Ò terra, a esperança não é vã
Renasce a cada dia
E o sonho é lugar
Da criação
Vem, longe, um vento agreste
Trazendo outra vontade sem regresso
Sob o céu cinzento, a terra seca
Come é seco o sangue que a manchou
Dos corpos que tombaram, resta o esquecimento
Naqueles cuja razão os ceifou
Em quem lhes deu a vida, a mágoa imensa
O gesto mudo, que já nada alcança,
É o vazio agora, a única presença, e para sempre
O calor do abraço, uma lembrança
Eu posso dizer não
A "matar ou morrer"
A minha direcção é ser
Tenho a minha vontade
Exerço a liberdade
Bastaria começar
E cada um seria mais um
A defender a vida


Cântico

Teresa Salgueiro

Oculta contemplo
A graça da tua figura
Secreta, calada
Vou compondo um chamamento
Vem comigo ver a noite de luar
O firmamento
O brilho das estrelas, de todos os astros
Em movimento
Quisera eu
Imitar a sua dança, o seu encanto
Desnudar a minha esperança

No jardim o orvalho fresco já beijou
Todas as flores
Os frutos
Derramam um perfume encantador
Vibrantes cores
À já manhã
Vem por entre o arvoredo
Escutar o canto das aves
O doce segredo
Distante miragem
Do teu olhar um leve aceno
Quando não te tenho junto a mim
Todo o meu corpo é um deserto
Vem
Quero ouvir o som da tua voz
Suave torrente
Vê a Levante
O oásis que desponta
Vamos provar o néctar das romãs
Beber das fontes
E oxalá
Possam vir as minhas mãos a ser o bálsamo
P'ra sarar as tuas feridas


Ausência

Teresa Salgueiro

Voltei de novo ao cais
Lembrei a despedida
O teu olhar tão triste
A minha voz contida
Não sei dizer adeus
Estou presa à tua imagem
Rogo a Deus e aos céus
(Que) seja breve a viagem
Encontro a tua ausência
Em todos os lugares
E colho a tua essência
Nas coisas mais vulgares
Será que és constante
Às juras que fizeste
Ou por um só instante
De todo me esqueceste?
Já sequei o meu pranto
Calei o meu lamento
Mas vou contando as horas
À espera de encontrar-te
Diz-me que não demoras
Diz-me que não é tarde


A Fortaleza

Teresa Salgueiro

Vou encontrar a coragem
Vou atravessar
Vou enfrentar a voragem da cidade
Um céu de nuvens negras, fechadas
Parece negar
Que das maiores tormentas
A luz vai chegar
A fortaleza e a virtude
Que forjei para mim
Não são de ferro ou de fogo
Eu não combato assim
A minha espada, o meu escudo
A minha oração
A minha crença nos versos de uma canção


A Estrada

Teresa Salgueiro

Deixei
P’ra trás
A Terra Mãe
Se calhar, não vou voltar
Ainda não te encontrei
Sou
A minha casa
Os passos que dei
Já vai rompendo a alvorada
E eu não pertenço a ninguém
Sigo esta estrada
Onde comecei
A mesma estrada
Que vislumbrei
O horizonte é tão largo
É um nunca acabar
Tudo muda à minha volta
Pareço estar sempre no mesmo lugar
E será que amanhã
Ainda vou recordar
As promessas que fiz
Junto ao mar?
Será que vou saber
Quando parar?
Cair nos teus braços
E enfim descansar


Ando Entre Portas

Teresa Salgueiro

Solidão,
Branca loucura
Amarga ilusão
Que me tortura
Eu caminho às cegas sem saber
A qual das portas vou bater
Há-de haver uma saída
Um sinal de luz na minha vida
Vou abrindo as portas
Quero ver
O horizonte que estão a esconder
Ainda hesitei
Quase dormente,
Há um mundo imenso à minha frente
Vou ter que saber por onde ir
Vou ter que escolher
Vou ter que partir
Não vou voltar atrás não vou
Sequer olhar p'ra trás
Não vou
Vou com a certeza
Já não há regresso aqui
Desato a tristesa
Soltei as amarras
Leve como num sonho eu vou
Sem regresso
Sem amarras


A Máscara

Teresa Salgueiro

Sempre
As mesmas palavras
Tornadas máscaras
P’ra convencer‐te
São ideias vagas
Sobre a verdade
E tu podes perder-te
Desperta
Pois na realidade
Existe a verdade
A palavra mais certa
Mantém sobre o mundo
Um olhar
Profundo
Um olhar sempre alerta
Avança
Atento ao compasso
Ocupa o teu espaço
Um lugar nesta dança
E com paciência
Imprime a urgência
Promove a mudança
Todos somos igualmente sós
Pouco a pouco vais saber quem és
Reparte
O teu pensamento
Escolhe o momento e vai por toda a parte
Mas reflecte bem
Pois pensar também
Deve ser uma arte
As mesmas palavras
Existe a verdade, a palavra mais certa
Vai por toda a parte


A Fogueira

Teresa Salgueiro

Dia de Festa
Haja alegria
É este o tempo de celebrar
Juntos iremos em romaria
Agradecer à Virgem Santa
No seu altar
De novo a terra foi generosa
Retribuiu farta colheita
A quem a cuidou
E a partilha justa foi feita
A harmonia recompensa quem trabalhou
E já na eira
Moços e moças
Fazem roda entrelaçados para bailar
Lembrando o sol
Ou uma fogueira
Noite dentro vão cantando
Até madrugar
Rostos alegres risos e palmas
A desgarrada vai começar
O vinho novo desperta as almas
A ironia vai lançando
Farpas no ar mas,
Ninguém se zanga
Tudo é folia
Assim se curam
Os pecados por revelar
E se renasce para um novo dia
Um novo ciclo recomeça
Vamos dançar
La la la la
La la la la la la la
É a dança da fogueira


Teresa Salgueiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Teresa Salgueiro
Teresa Salgueiro em 2009
Informação geral
Nome completo Maria Teresa de Almeida Salgueiro
Nascimento 8 de Janeiro de 1969 (44 anos)
Origem Amadora
País  Portugal
Instrumento(s) Vocal
Piano
Período em atividade 1986 - presente
Afiliação(ões) Madredeus
Página oficial teresasalgueiro.pt
Maria Teresa de Almeida Salgueiro (Lisboa, 8 de janeiro de 1969) é uma cantora portuguesa, mais conhecida como vocalista do grupo Madredeus, de 1986 a 20071 ..

Percurso musical

A sua carreira iniciou-se inesperadamente, em 1986, quando dois dos fundadores do grupo (Rodrigo Leão e Gabriel Gomes) a descobriram quando cantava com um grupo de amigos numa mesa ao lado da deles, numa tasca do Bairro Alto, em Lisboa. Depois da sua primeira audição com Pedro Ayres Magalhães, outro dos fundadores dos Madredeus, Teresa Salgueiro passou a ser a voz e, nas palavras de Magalhães, "a maior inspiração da música do grupo".
Teresa Salgueiro é uma soprano de vasta extensão vocal, tendo um talento inato para a música. Pode dizer-se que sua voz apesar de ter amadurecido continua a ter características típicas de uma soprano. Sua formação musical deu-se ao longo dos primeiros anos de vida do Madredeus, quando cursou por dois anos aulas de canto, mas os compromissos internacionais do grupo acabaram por impedir que a cantora prosseguisse com uma educação musical formal.
Em 2005 foi editada uma compilação de diversas participações e colaborações que fez com outros artistas enquanto ainda fazia parte do grupo Madredeus. "Obrigado" conta com canções cuja variedade de estilos e de épocas de sua gravação mostram a versatilidade da cantora; entre outros, o álbum traz canções que Teresa Salgueiro gravou com António Chainho, com o tenor catalão Josep Carreras, com os cantores e compositores brasileiros Caetano Veloso e Zeca Baleiro (em um álbum de canções do compositor italiano Aldo Brizzi), com a dupla portuguesa Mário Laginha e Maria João, com o compositor galego Carlos Núñez, com o compositor italiano Angelo Branduardi e com o acordeonista japonês Coba, entre outros.
Em 2007, os Madredeus decidem fazer um ano sabático e os seus membros dedicam-se a projetos musicais paralelos. Teresa lançou, em fevereiro daquele ano, o álbum "Você e eu" que revisita um repertório de grandes canções da música popular brasileira: de Pixinguinha a Dorival Caymmi, passando por Antônio Carlos Jobim e Chico Buarque.
Teresa apresentou, no mesmo ano, o espectáculo "La Serena" com temas cantados em várias línguas, acompanhada pelo Lusitânia Ensemble — um grupo de músicos, na sua maioria, da Orquestra Sinfónica Portuguesa. O concerto gerou o álbum "La Serena" lançado em Outubro de 2007. No repertório do álbum, canções célebres de diversos países banhados pelo Oceano Atlântico e pelo Mediterrâneo.
Ainda em 2007, Teresa Salgueiro foi convidada a participar no álbum "Silence, Night and Dreams", do compositor polaco Zbigniew Preisner. No álbum, lançado pelo selo erudito EMI Classics, tem uma participação destacada onde interpreta peças em inglês e latim. Preisner, conhecido por suas colaborações com o cineasta polaco Kieslowski, afirmou ter composto "Silence, Night & Dreams" pensando na voz "pura e limpa e sem vibrato" da cantora.
Em 28 de Novembro de 2007 é anunciada a saída de Teresa Salgueiro, Fernando Júdice e José Peixoto dos Madredeus.
Em Agosto de 2008 reúne-se novamente com o Lusitânia Ensemble, com a ideia de recolher um repertório que retratasse as diferentes épocas, tradições, regiões e costumes Portugueses. Assim nasceria o disco “Matriz”, cujos concertos percorreram a Europa e África.
“Voltarei à minha Terra” foi uma viagem através da memória colectiva da Música Portuguesa do séc. XX. Com uma nova formação, Teresa Salgueiro tomou a seu cargo a direção dos arranjos musicais onde procurou desenhar uma linguagem original que traduza um Universo poético, nascido de palavras e sentimentos portugueses.
Este percurso de 25 anos de dedicação ininterrupta à música culmina na criação de uma oficina de composição de peças originais que nascem do encontro da Teresa com os músicos que escolheu. Pela primeira vez na sua carreira, dedica-se à escrita e composição de todos os temas.
Durante o mês de Agosto de 2011, Teresa e o seu grupo de músicos retiram-se para o Convento da Arrábida, no ambiente envolvente da Serra. Num anexo ao Convento, montam um estúdio de gravação onde registam os dezassete temas que dão origem ao álbum “O Mistério”. Convidou António Pinheiro da Silva, com quem partilhou os primeiros dez anos de gravações e concertos da sua vida junto dos Madredeus, para co-produzir este novo album.

Discografia a solo

  • 2012 - O Mistério

Álbums em colaboração

Outras colaborações

Ver também

Ligações externas

Referências


Ícone de esboço Este artigo sobre um cantor é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

O Mistério - Teresa Salgueiro


Nas ondas do mar
Na luz serena da chuva
Eu sei
Aguardo as palavras
Suspensas no silêncio
E vou
Abraço o medo
Que a memória traz
É no mistério
Que eu encontro a paz
Apenas o amor
Desvenda o segredo
Com calma, dissolve a dor
Para sempre hei-de guardar a promessa
É na força das águas que eu vou despertar

domingo, 1 de setembro de 2013

Sol de Primavera - Beto Guedes


Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão onde a gente plantou juntos outra vez
Já sonhamos juntos semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar
Já choramos muito, muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer
Sol de primavera abre as janelas do meu peito
a lição sabemos de cor
só nos resta aprender...

Seguidores