Total de visualizações de página

sábado, 22 de março de 2014

ÉRAMOS SEIS - SBT

Éramos Seis (1994)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde agosto de 2009).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus. Veja como referenciar e citar as fontes.

Éramos Seis
Informação geral
Formato Telenovela
Criador Adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré, uma novela de Sílvio de Abreu, escrito por Sílvio de Abreu e Rubens Edwald Filho.
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Henrique Martins e Del Rangel
Elenco Irene Ravache
Othon Bastos
Denise Fraga
Nathália Timberg
Osmar Prado
Marcos Caruso
Tarcísio Filho
Leonardo Bricio
Luciana Braga
Jandira Martini
Marco Ricca
Jandir Ferrari
Ney Latorraca e grande elenco.
Tema de abertura Valsinha
, Chico Buarque e Vinícius de Moraes
Exibição
Emissora(s) de
televisão lusófona(s)
Mostrar lista
Transmissão original 9 de maio de 1994- 5 de dezembro de 1994
№ de temporadas 1
№ de episódios 180
Portal Séries de televisão · Portal Televisão
Projeto Televisão
Éramos Seis é uma telenovela brasileira produzida pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) e exibida de 9 de maio a 5 de dezembro de 1994. É uma adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré, foi escrita por Sílvio de Abreu e Rubens Edwald Filho e dirigida por Nilton Travesso, Henrique Martins e Del Rangel. Regravação da novela produzida pela Rede Tupi e levada ao ar em 1977.

Índice

[esconder]

[editar] Trama

O cotidiano da vida de Dona Lola, ao lado do marido Júlio e dos quatro filhos (Carlos, Alfredo, Isabel e Julinho) desde quando estes eram pequenos até a idade adulta, quando Dona Lola termina seus dias sozinha numa casa para idosos.
A história transcorre todos os fatos marcantes de sua vida: a dura luta para criar os filhos; a morte do marido; a morte de Carlos, o filho mais velho, vítima na Revolução de 1932; os problemas com Alfredo, metido com movimentos políticos e badernas; a união precoce de Isabel com um homem bem mais velho e casado; o casamento de Julinho com uma moça da sociedade que culmina com a ida de Dona Lola para um asilo.
Entre tanto sofrimento, alguns momentos leves, como a amizade de Lola com a vizinha Genú, casada com Virgulino, e os passeios à casa de sua mãe, Dona Maria, no interior, onde moram suas duas irmãs, Clotilde e Olga, e sua tia doente, Candoca. A espevitada Olga, se casa com o farmacêutico Zeca e juntos dão início a uma grande prole. Clotilde se apaixona por Almeida, um amigo de Júlio, mas não consegue romper com os padrões morais da sociedade quando tem de decidir morar com ele que é desquitado.

[editar] Elenco


Denise Fraga como a encrenqueira Olga.

Othon Bastos como o protagonista Júlio.

Marcos Caruso como o divertido Virgulino.

Nathália Timberg era a tia Emília.

Ney Latorraca fez uma participação especial como Sorriso.

Ana Paula Arósio, Éramos Seis, sua primeira novela.
em ordem da abertura da novela
Ator↓ Personagem↓
Irene Ravache dona Lola
Othon Bastos Júlio Abílio de Lemos
Luciana Braga Maria Isabel
Tarcísio Filho Alfredo
Jandir Ferrari Carlos
Leonardo Bricio Julinho
Paulo Figueiredo Almeida
Marco Ricca Felício
Bete Coelho Adelaide
Mayara Magri Justina
Jandira Martini Dona Genu
Marcos Caruso Virgulino
João Vitti Lúcio
Flávia Monteiro Lili
Yara Lins Dona Maria
Wilma de Aguiar Tia Candoca
Eliete Cigarini Carmencita
Antônio Petrin Assad
Angelina Muniz Karime
Luciene Adami Maria Laura
Umberto Magnani Alonso
Nina de Pádua Pepa
Chris Couto Zulmira
Clarisse Abujamra madame Bulcão
Chica Lopes Durvalina
Paulo Hesse Higino
Eduardo Silva Raio Negro
Nelson Baskerville Marcos
Ana Paula Arósio Amanda
Cláudio Curi Dr. Cláudio
Rosaly Papadopol Marta
Ariel Moshe Sr. Flôres
Marilena Ansaldi Madame Bulhões
Philipe Levy Gusmões (amigo de Almeida)
Tadeu di Pietro Militar
Otaviano Costa Tavinho (crescido)
Atores convidados
Ator↓ Personagem↓
Denise Fraga Olga
Osmar Prado Zeca
Jussara Freire Clotilde
Elizângela Marion
Participação especial
Ator↓ Personagem↓
Nathália Timberg Tia Emília
As crianças
Ator↓ Personagem↓
Caio Blat Carlos (menino)
Wagner Santisteban Alfredo (menino)
Carolina Vasconcelos Maria Isabel (menina)
Julia Ianina Carmencita (menina)
Roberto Lima Lúcio (menino)
Paula Ciudad Lili (menina)
Carolina Gregório Maria Laura (menina)
Wellington Rodrigues Raio Negro (menino)
Carla Diaz Eliana
Elenco de apoio
Ator↓ Personagem↓
Ney Latorraca Sonriso Tavinho
Rosi Campos Paulette
Homero Kossac Mr. Hilton
Maria Estela Layla
Cláudia Mello dona Benedita
Alexandre Frederico Dráusio (do M.M.D.C. - estudante morto na revolução de 32)
Maria Aparecida Baxter Madre Superiora
Tácito Rocha Marido de Tia Emília

[editar] Curiosidades

Broom icon.svg
Seções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Este artigo pode ser melhorado, integrando ao texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.

  • Essa era a quarta vez que o romance da Sra. Leandro Dupret (também autora da obra que deu origem à novela Gina) era adaptada como telenovela. A primeira foi em 1958, pela Rede Record; a segunda foi em 1967, pela Rede Tupi; e a terceira em 1977, novamente pela Tupi. Esta última versão foi regravada pelo SBT em 1994.
  • Éramos Seis, é considerada por muitos, a maior produção do SBT.
  • Os adaptadores, nessa versão, modificaram o final da personagem Clotilde (Jussara Freire) que assumia o seu amor e ficou com Almeida (Paulo Figueiredo). Na versão de 1977, Clotilde (Geórgia Gomide) não ficava com Almeida (Edgard Franco).
  • Paulo Figueiredo e Jussara Freire que fizeram Zeca e Olga na versão de 1977, retornaram à novela em papéis diferentes, Almeida e Clotilde.
  • Os capítulos de Éramos Seis eram exibidos duas vezes por noite: às 19h45 e novamente às 21h30. Esse expediente seria repetido também nas novelas seguintes da emissora, As Pupilas do Senhor Reitor e Sangue do Meu Sangue.
  • A atriz Chica Lopes interpretou a mesma personagem nas versões de 1977 e 1994: Durvalina, a empregada da família de Dona Lola. A atriz Lia de Aguiar também atuou nas duas versões, fazendo participações especiais: em 1977 foi uma irmã de caridade e em 1994 foi Dona Marlene, mãe de Júlio.
  • Com a interpretação de Dona Lola, a atriz Irene Ravache voltava a fazer novelas depois de um afastamento de seis anos (a anterior havia sido Sassaricando).
  • É por enquanto a única novela do SBT a receber o Troféu Imprensa de melhor novela.
  • Foi reapresentada em duas vezes; às 20h30, de 12 de abril a 8 de outubro de 1999, e às 18h, de 22 de janeiro a 22 de maio de 2001.

[editar] Prêmios

[editar] APCA (1995)

  • Melhor Novela
  • Melhor Atriz - Irene Ravache
  • Melhor Ator Coadjuvante - Tarcísio Filho

[editar] Troféu Imprensa (1995)

  • Melhor Novela
  • Melhor Atriz - Irene Ravache

LEMBRANÇAS DE NATAL EM FAMÍLIA: DÉCADA DE 80

 

 

 

 

Poli (músico)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ângelo Apolônio, de nome artístico Poli, muitas vezes grafado com Y, Poly (São Paulo, 8 de agosto de 1920 — São Paulo, 10 de abril de 1985) foi um multiinstrumentista (violão, cavaquinho, bandolim, banjo, contrabaixo, viola, guitarra havaiana) & Compositor brasileiro, tendo desde os 10 anos demonstrado habilidade com os instrumentos de cordas.

Índice

 [esconder

[editar] Carreira

Começou sua carreira artística na década de 1930, em São Paulo, quando passou a acompanhar cantores populares de então: Januário de Oliveira, Paraguaçu e Arnaldo Pescuma. Em 1937, foi chamado para trabalhar no conjunto Regional da Rádio Difusora paulista, como violonista e solista de cavaquinho e bandolim. Na mesma época, integrou o conjunto vocal Grupo X, que concorria com o Bando da Lua. Compôs sua primeira música em 1939, uma valsa intitulada "Você", com letra de José Roberto Penteado, que nunca foi gravada. Foi esse parceiro que sugeriu o nome artístico Poli, abreviatura de Apolônio.
Em 1940, foi convidado pelo também multiinstrumentista Garoto para trabalhar em seu regional no Rio de Janeiro. Com o Regional de Garoto, atuou no Cassino Copacabana, na Rádio Clube do Brasil, na Rádio Mayrink Veiga e ainda gravou alguns discos. Em 1944, gravou seu primeiro disco solo, tocando guitarra havaiana interpretando os fox-troptes "Deep in the heart of Texas", de Don Swander e June Herchey e "Jingle, jangle, jungle", de J. L. Lilley e F. Loesser. No mesmo ano interrompeu suas atividades musicais para servir à F.E.B. na Itália, só retornando após o fim do conflito.
No ano seguinte gravou, com um conjunto liderado por ele e intitulado Poli e Seus Havaianos o fox-trote "Lime house blues", de Philip Braham e o fox-blue "Isle of dream", de sua autoria. Nessa época, passou uma temporada em Porto Alegre, trabalhando na Rádio Farroupilha, chegando a integrar o Conjunto Farroupilha a convite de Tasso Bangel. Com eles fez excursão pela Europa, Japão e EUA. Retornando ao Brasil, trabalhou em várias boates paulistas, tais como a Clipper e a Roof da Gazeta. Em 1948, gravou ao violão os choros "Sonho divino", parceria com Lupe Ferreira e "Colibri", de sua autoria.
Em 1951, criou o grupo Poli e seu ritmo com o qual gravou tocando guitarra havaiana na Todamérica o beguine "Begin the beguine", de Cole Porter e o fox-trot "Cavaleiros do céu", de Stan Jones. No ano seguinte, gravou com o mesmo grupo o choro "Meteoro", de sua autoria e o bolero "Saudade", de Jaime Redondo. Nesse ano, gravou mais dois discos com ourtro grupo intitulado Poly ( com Y ) e seus Modernistas. No primeiro disco, estavam o baião "Turista" e o chorinho "Dois de junho", de sua autoria. No segundo disco, tocou guitarra havaianano beguine "Jezebel", de Shanklin e no fox-trot "At sundown", de Donaldson. Ainda nesse ano, passou a atuar na gravadora Todamérica acompanhando com seu conjunto gravações de diferentes a começar pela dupla Cascatinha e Inhana na canção "Ave Maraia do sertão" e na toada "Fiz pra você". Fez também acompanhamentos para o Trio de Ébano, Cauby Peixoto; Orlando Dias; Trio Orixá e outros.
Teve gravados em 1953 o samba-canção "Guarujá", com Juracy Rago, pela cantora Inhana; o baião "Terra de Anchieta", com Ado Benatti pela dupla Cascatinha e Inhana e a toada-baião "Aula de amor", com José Caravaggi por Cauby Peixoto. Em 1954, gravou na Todamérica o choro "Apanhei-te cavaquinho", de Ernesto Nazareth e o baião "Coringa", de sua autoria. No ano seguinte, transferiu-se para a gravadora Columbia e gravou com seu conjunto o fox "Dançando com lágrimas nos olhos", de Burke e Dubin, o bolero "Tarde fria", de sua autoria, o fado-fox "Benfica", parceria com Juvenal Fernandes e o samba "Fel", de Betinho e Heitor Carrilho. Em 1956, fez com Henrique Lobo a música "Tarde fria" gravada por Cauby Peixoto no LP "Canção do rouxinol". Em 1957, gravou com seu conjunto o choro "Velha guarda", de José Ramos, o fox-trot "É ou não romântico", de Hart e Rodgers, o mambo "Fiesta", de Samuels e Whitcup e o beguine "Veneno", de sua autoria. No ano seguinte, gravou com seu conjunto as canções "Moonlight fiesta" e "Moonlight in Rio", de sua autoria. Em 1959, lançou pela Columbia o LP "Penumbra - Poli e Seu Conjunto". Nesse ano, tornou-se o primeiro a introduzir a guitarra na música sertaneja na regravação da "Moda da mula preta" pela dupla Torres e Florêncio, com arranjos seus, que também tocou a guitarra havaiana. Também nesse ano, tocou viola caipira no LP "Exaltação à viola", lançado pelo maestro Elcio Alvarez na Chantecler.
Em 1960, gravou pela Chantecler o cateretê "Zíngara", de Joubert de Carvalho; a canção "Noite cheia de estrelas" e a valsa "Lágrimas", de Cândido das Neves; a canção "Serenata", de Vicente Celestino e o "Samba caipira", de Palmeira e Piraci. Nesse ano, gravou pelo selo Sertanejo a cana-verde "Vai de roda", de Palmeira e Teddy Vieira; a guarânia "Condenado", de Palmeira e Alberto Calçada; a cação "Lamento de boiadeiro", de Palmeira e Mário Zan e "Folias de Santos Reis", de Teddy Vieira e Palmeira. Nessa época, seu conjunto tinha como integrantes Henrique Simonetti, na celesta, Carlinhos Maffazzoli no
acordeom e Luisinho Schiavo no órgão elétrico.
Em 1961, ainda na Chantecler gravou a valsa "Ave Maria", de Erotides de Campos e o samba "Despedida de Mangueira", de Benedito Lacerda e Aldo Cabral. Nesse ano, gravou no selo Sertanejo a toada "Tristeza do Jeca", de Angelino de Oliveira. Também no mesmo ano, ingressou na Continental e em seu primeiro trabalho na nova gravadora acompanhou com seu conjunto as gravações dos rocks "Rock do saci", de Baby Santiago e Tony Chaves e "Broto legal", dois grandes sucesso do ídolo jovem Demétrius. Acompanhou ainda gravações de Valter Levita, Luiz Roberto e Leila Silva.
Em 1962, gravou com seu conjunto o samba "Castiguei", de Venâncio e Jorge Costa, o bolero "Fica comigo esta noite", de Adelino Moreira e Nelson Gonçalves, a polca "Festa na roça", de Mário Zan e Palmeira e a "Quadrilha do tamanduá", de sua autoria. No ano seguinte, gravou algumas músicas de filmes e seriados famosos na época como "Sukiyaki", "Bonanza" e "Dominique". Em 1964, voltou a tocar viola caipira no LP "Quermesse junina" da Continental.
À época, influenciava, como instrumentista e professor de música, entre outros, Sérgio Dias do Grupo "Os Mutantes". Em 1970, gravou o LP "Sertão em festa", com solos de guitarra havaiana nas músicas "Tristeza do Jeca", de Angelino de Oliveira e "Vai chorando, coração", de Amarilda e Brás Baccarin, além de tocar viola caipira em diversas composições. Gravou, no mesmo ano, outro elepê homenageando os grandes instrumentistas de cordas do Brasil, Canhoto, Jacob do Bandolim e outros. Jacob, conhecido por seu senso hyper crítico, fez elogios ao instrumentista na época do lançamento desse disco.

[editar] Estilo e técnicas

Como faz parte da era pré-Hendrix e pré-Beatles, é importante notar algumas peculiaridades em sua pegada, como, não necessariamente um distanciamento do rock'n'roll, mas uma ausência de elementos que o rock trouxe posteriormente para a guitarra que se tornaram o paradigma atual da guitarra elétrica.
Sua sonoridade clean, ou seja, sem os efeitos de distorção, - popularizados a partir do final da década de 60 até os dias de hoje - o assemelha timbristicamente com guitarristas do jazz, como Wes Montgomerry, mas sem a sofisticação harmônica dos guitarristas deste estilo.
Isto se dá devido ao fato de Poly usar guitarras semi-acústicas, geralmente usando o captador do braço sozinho ou misturado com o da ponte.
Mas seu maior diferencial era o uso inusitado para a época da técnica de slide denominada lap steel. Sendo inviável o uso do captador do braço para tocar notas superagudas na guitarra que ultrapassam o limite da espelho da guitarra (C#5, D5 ou E5, sendo, respectivamente os trastes 21, 22 e 24), ele usava o captador da ponte nas guitarras havaianas para fazer um efeito parecido com o relinchar de cavalos, esfregando o slide perto do fim das cordas, na região onde o espelho da guitarra.
Tal uso da lap steel, foi mundialmente popularizado por David Gilmour do Pink Floyd muitos anos mais tarde, mas aparentemente sem influência direta do Poly.
Além do lap steel (guitarra deitada no colo com slide na mão esquerda), podemos palm mute, double stops. A fábrica de instrumentos musicais Giannini fez sua guitarra signature, ou seja, instrumento tributo, em sua homenagem, denominada Giannini Apollo, sendo um modelo muito famoso e atualmente de grande valia para os colecionadores de instrumentos vintage.

[editar] Discografia

  • Deep in the heart of Texas/Jingle, jangle, jungle (1944) Continental 78
  • Limehouse blues/Isle of dream (1945) Continental 78
  • Sonho divino/Colibri (1948) Continental 78
  • Begin the beguine/Cavaleiros do céu (1951) Toidamérica 78
  • Meteoro/Saudade (1952) Todamérica 78
  • Turista/Dois de junho (1952) Todamérica 78
  • Jezebel/At sundown (1952) Todamérica 78
  • Anniversary song/Vaidoso (1952) Todamérica 78
  • Nisei/Guarujá (1953) Todamérica 5263
  • Apanhei-te cavaquinho/Coringa (1954) Continental 78
  • Jamie/Stranger in paradise (1955) Todamérica 78
  • Dançando com lágrimas nos olhos/Tarde fria (1955) Columbia 78
  • Benfica/Fel (1955) Columbia 78
  • Velha guarda/É ou não romântico (1957) Columbia 78
  • Fiesta/Veneno (1957) Columbia 78
  • Blue acho/Perambulando (1957) Columbia 78
  • Dark moon/Maracangalha (1957) Columbia 78
  • Moonlight fiesta/Moonlight in Rio (1958) Columbia 78
  • Penumbra-Poli e Seu Conjunto (1959) Columbia LP
  • Zíngara/Noite cheia de estrelas (1960) Chantecler 78
  • Lágrimas/Serenata (1960) Chantecler 78
  • Ouvindo-te/Samba caipira (1960) Chantecler 78
  • Vai na roda/Condenado (1960) Sertanejo 78
  • Lamento de boiadeiro/Folias de Santos Reis (1960) Sertanejo 78
  • Ave Maria/Despedida de Mangueira (1961) Chantecler 78
  • Na fronteira do México/La Paloma (1961) Chantecler 78
  • México/Cavaleiros do céu (1961) Chantecler 78
  • Tristeza do Jeca/Gaúcho eu sou (1961) Sertanejo 78
  • Minha casa/Adeus, Maria (1961) Sertanejo 78
  • Estrela de menino pobre (1962) Chantecler 78
  • Castiguei/Fica comigo esta noite (1962) Continental 78
  • Berlim melody/Norman (1962) Continental 78
  • El suco suco/Siboney (1962) Continental 78
  • Quadrilha do tamanduá/Festa na roça (1962) Continental 78
  • A balada do soldado/Quando setembro chegar (1962) Continental 78
  • Jingle bells/Boas festas (1962) Continental 78
  • Mariquilla/Cláudia (1963) Continental 78
  • Jessica/Benfica (1963) Continental 78
  • Sukiyaki/Bonanza (1963) Continental 78
  • Sertão em festa (1970) LP
  • Dois bicudos não se beijam (1995) Continental CD Póstumo

[editar] Composições

Aula de amor (c/ José Caravaggi) • Benfica ( em parceria com Juvenal Fernandes ) • Colibri • Coringa • Dois de junho • Guarujá (c/ Juracy Rago) • Isle of dream • Meteoro • Moonlight fiesta • Moonlight in Rio • Nisei • Quadrilha do tamanduá • Sonho divino (c/ Lupe Ferreira) • Tarde fria • Terra de Anchieta (c/ Ado Benatti) • Turista • Vaidoso • Veneno

[editar] Bibliografia & referências

AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982; CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário biográfico da música popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965; MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999. SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume1. São Paulo: Editora: 34, 1999 e VASCONCELOS, Ari. Panorama da música popular brasileira - volume 2. Rio de Janeiro: Martins, 1965.

[editar] Ligações externas

  • [1] - Dicionário Cravo Albin de MPB

terça-feira, 18 de março de 2014

Monica Salmaso cantando Chico Buarque no Teatro José de Alencar 07/05/08 -NÓS ESTÁVAMOS LÁ.



Monica Salmaso cantando Chico Buarque no Teatro José de Alencar 07/05/08 -NÓS ESTÁVAMOS LÁ.

Laura Pausini - Vìveme with Alejandro Sanz (videoclip)



Viveme

No necesito más de nada ahora que

Me iluminó tu amor inmenso fuera y dentro


Créeme esta vez

Créeme porque


Créeme y verás


No acabará, más


Tengo un deseo escrito en alto que vuela ya

Mi pensamiento no depende de mi cuerpo


Créeme esta vez

Créeme porque


Me haría daño ahora, ya lo sé


Hay gran espacio y tú y yo

Cielo abierto que ya


No se cierra a los dos


Pues sabemos lo que es necesidad


Víveme sin miedo ahora

Que sea una vida o sea una hora


No me dejes libre aquí desnudo


Mi nuevo espacio que ahora es tuyo, te ruego


Víveme sin más verguenza


Aunque esté todo el mundo en contra


Deja la apariencia y toma el sentido


Y siente lo que llevo dentro


Y te transformas en un cuadro dentro de mí

Que cubre mis paredes blancas y cansadas


Créeme esta vez

Créeme porque


Me haría daño una y otra vez


Sí, entre mi realidad

Hoy yo tengo algo más


Que jamás tuve ayer


Necesitas vivirme un poco más


Víveme sin miedo ahora

Que sea una vida o sea una hora


No me dejes libre aquí desnudo


Mi nuevo espacio que ahora es tuyo, te ruego


Víveme sin más vergüenza


Aunque esté todo el mundo en contra


Deja la apariencia y toma el sentido


Y siente lo que llevo dentro


Has abierto en mí

La fantasía


Me esperan días de una ilimitada dicha


Es tu guión


La vida mía


Me enfocas, me diriges, pones las ideas


Víveme sin miedo ahora

Aunque esté todo el mundo en contra


Deja la apariencia, toma el sentido


Y siente lo que llevo dentro

Me Viva

Não preciso mais de nada agora que

Me iluminou teu imenso amor fora e dentro


Acredite esta

Acredite porque


Acredite e verás


Não acabará mais


Tenho um desejo escrito no alto que voa já

Meu pensamento não depende do meu corpo


Creia em mim esta vez

Creia em mim porque


Me machucaria agora, já sei


Há um grande espaço entre você e eu

Céu aberto que já


Não se fecha aos dois


Porque sabemos o que é necessidade


Me viva sem medo agora

Não importa se é uma vida ou uma hora


Não me deixe sozinha desse jeito


Meu novo espaço que agora é teu, te peço


Me viva sem mais vergonha


Mesmo que esteja todo mundo contra


Esqueça a aparência e preste atenção no sentido


E sinta o que levo dentro


E te transformas em um quadro dentro de mim

Que cobre minhas paredes brancas e cansadas


Creia em mim esta vez

Creia em mim porque


Me machucaria uma e outra vez


Sim, entre minha realidade

Hoje tenho algo mais


Que nunca tive antes


Precisas viver-me um pouco mais


Me viva sem medo agora

Não importa se é uma vida ou uma hora


Não me deixe sozinha desse jeito


Meu novo espaço que agora é teu, te peço


Me viva sem mais vergonha


Mesmo que esteja todo mundo contra


Esqueça a aparência e preste atenção no sentido


E sinta o que levo dentro


Você abriu em mim

A fantasia


Me esperam dias de uma ilimitada alegria


É teu roteiro


Minha vida


Me enfocas, me diriges, pões as ideias


Me viva sem medo agora

Mesmo que esteja todo mundo contra


Esqueça a aparência e preste atenção no sentido


E sinta o que levo dentro

Laura Pausini - Gente (video clip)



Gente

Si sbaglia sai quasi continuamente

Sperando di non farsi mai troppo male


Ma quante volte si cade


La vita sai è un filo in equilibrio

E prima o poi ci ritroviamo distanti


Davanti a un bivio


Ed ogni giorno insieme per fare solo un metro in più

Ci vuole tutto il bene che riusciremo a trovare in ognuno di noi


Ma a volte poi basta un sorriso solo

A sciogliere in noi anche un inverno di gelo


E ripartire da zero


Perché non c'è un limite per nessuno

Che dentro sè abbia un amore sincero


Solo un respiro


Non siamo angeli in volo venuti dal cielo

Ma gente comune che ama davvero


Gente che vuole un mondo più vero


La gente che incontri per strada in città


Prova e vedrai ci sarà sempre un modo

Dentro di noi per poi riprendere il volo


Verso il sereno


Non siamo angeli in volo venuti dal cielo

Ma gente comune che ama davvero


Gente che vuole un mondo più vero


La gente che insieme lo cambierà


Non siamo angeli in volo venuti dal cielo

Ma gente comune che ama davvero


Gente che vuole un mondo più vero


La gente che insieme lo cambierà


Insieme lo cambierà, proverà

Gente che proverà


Lavori lo cambierà, riuscirà


Gente che riuscirà


Insieme ci riuscirà, cambierà


Gente che cambierà

Gente

Se engana quase continuamente

Esperando de não fazer jamais muito mal


Mas quantas vezes se cai


A vida é um fio em equilíbrio

E mais cedo ou mais tarde nos encontraremos distantes


Frente a uma dúvida


E cada dia juntos para fazer só um metro mais

Se necessita todo o bem que encontraremos em cada um de nós


Mas depois as vezes basta só um sorriso

Para soltar em nós também um inverno de gelo


E recomeçar do zero


Por que não existe um limite para ninguém

Que dentro de si tenha um amor sincero


Só um respiro


Não somos anjos em voo, vindos do céu,

Mas gente comum que ama de verdade


Gente que quer um mundo mais verdadeiro


A gente que se encontra pela estrada da cidade


Tente e verás que sempre existirá um modo

Dentro de nós para depois retomar o voo


Em direção à tranquilidade


Não somos anjos em voo vindos do céu

Mas gente comum que ama de verdade


Gente que quer um mundo mais verdadeiro


Gente que unida o transformará


Não somos anjos em voo vindos do céu

Mas gente comum que ama de verdade


Gente que quer um mundo mais verdadeiro


Gente que unida o transformará


Junta o transformará, tentará

Gente que tentará


Trabalhando o transformará, conseguirá


Gente que conseguirá


Juntos se conseguirá, transformará


Gente que transformará

quarta-feira, 12 de março de 2014

Seguidores