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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

HELLBOY - MEU HERÓI PREFERIDO



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Hellboy
Hellboy por Mike Mignola.jpg

Arte de Mike Mignola.
Dados da publicação
Publicado por Dark Horse Comics
Primeira aparição Great Salt Lake Comic Convention (1991)
Criado por Mike Mignola
Características do personagem
Alter ego Anung un Rama
Espécie Demônio
Afiliações B.P.R.D.
Codinomes conhecidos Destruidor do Mundo
Grande Fera
A Fera do Apocalipse
Braço Direito do Destino
Irmão Vermelho
Habilidades Força, resistência e durabilidade sobrehumanas;
Regeneração celular espontânea;
Longevidade;
Amplo conhecimento ao sobrenatural;
Invulnerabilidade.
Projecto Banda desenhada · Portal da Banda desenhada

Hellboy é um personagem de histórias em quadrinhos criado por Mike Mignola, cujas histórias são editadas nos Estados Unidos pela Dark Horse. No Brasil, já foram lançadas várias revistas pela Mythos Editora, em Portugal, já foram lançados dois álbuns pela Devir Livraria.

Nascido nas profundezas do Inferno, Hellboy (ou, como é conhecido pelo seu nome verdadeiro, Anung un Rama) é um enorme ser de aspecto diabólico, filho de um demônio com uma feiticeira. Foi descoberto pelo Professor Trevor Bruttenholm e soldados Aliados nas ruínas de uma capela nas Ilhas Britânicas em 23 de dezembro de 1944, após ter sido invocado do Inferno por uma ação conjunta de Rasputin, o monge louco e da Alemanha Nazista, que havia criado o projeto Ragnarok, com o intuito de trazer o apocalipse à terra. Hellboy, todavia, mostrar-se-ia de boa índole. Bruttenholm criou o pequeno demônio, ensinando-lhe a importância de ser humano, e treinou-o para combater as forças das trevas. Hellboy inclusive ganhou "status honorário de humano" das Nações Unidas em 1952.

Ao atingir a maioridade, Hellboy passou a integrar a B.P.R.D. (Bureau of Paranormal Research and Defense) ao lado de figuras como Abe Sapien, Liz Sherman. Suas aventuras combatendo o mal levam-no a viajar por todo o mundo enquanto enfrenta ameaças tão diversas como vampiros, lobisomens, fantasmas, monstros, antigos deuses da noite, ladrões de túmulos, golens, e finalmente, os mais importantes dos seus inimigos: um grupo de Nazistas (que sobreviveu até hoje numa câmara criogênica) e o espírito imortal de Rasputin, que assombra Hellboy com revelações sobre o seu verdadeiro propósito e o seu destino de destruir o mundo que tanto ama. Hellboy é também descendente do rei Arthur, por parte de sua mãe. Ele empunhou a mítica espada Excalibur na mini série "The wild hunt", ainda não publicada no Brasil. Nessa história já se aproxima o clímax da série, com a guerra iminente dos seres míticos contra a humanidade e com Baba Yaga, a antiga bruxa russa, se aproximando de sua vingança contra Hellboy (Hellboy arrancou um olho dela na história curta "Baba Yaga"). Segundo Mignola, a série irá acabar (ao contrário de títulos contínuos como Batman ou X-Men), provavelmente com Hellboy morto. O escritor e artista disse que já "tentou matar Hellboy" outras vezes durante a série, como na misteriosa história "a ilha", que conta mais acerca das origens do mundo de Hellboy. O último episódio da saga de Hellboy será a mini série em três partes intitulada "the fury". Todavia, as histórias do personagem seguem duas linhas: uma no presente, contando sua história e seu desfecho, em tom épico, e uma linha no passado, com histórias de Hellboy atuando como agente do Bureau de pesquisa e defesa paranormal pelo mundo. Assim sendo, é possível que o herói não se ausente por completo dos quadrinhos.

Índice

[esconder]

[editar] A mão direita da perdição

Hellboy possui uma manopla acoplada a sua mão, feita do que aparenta ser pedra. Ela é bem maior do que sua mão esquerda, razão pela qual ele prefere a mão esquerda para usar armas. Ela também é invulnerável. Seu mais sinistro propósito, porém, é o de servir como chave para libertar o Ogdru Jahad, os sete deuses do caos, de uma prisão extra-dimensional (motivo pelo qual o nazistas o invocaram). Como revelado na mini série paragens exóticas, esta mão pertenceu a um dos grandes espíritos que criaram todas as coisas da terra, e foi a mão que criou o próprio Ogdru Jahad. Segundo o criador Mike Mignola, a mão direita foi idealizada como uma arma embutida, uma versão moderna do martelo de Thor, da Marvel Comics. A mão direita se tornou um ícone e marca registrada do personagem.

[editar] Estilo e influências

Mike Mignola busca inspiração principalmente na Literatura Pulp (como H.P. Lovecraft), nos clássicos dos quadrinhos, nos monstros clássicos, como os do Expressionismo Alemão e nos mitos folclóricos de todo o mundo, principalmente os do leste europeu. As construções Góticas e Vitorianas também marcam presença no universo de Hellboy. Seu estilo foi assim definido por Alan Moore: "Expressionismo Alemão encontra Jack Kirby."

[editar] Premiações

Os quadrinhos de Hellboy ganharam várias premiações, como o Eisner e o Eagle Awards. Escritores e artistas de quadrinhos como Alan Moore, Frank Miller, Ségio Aragonés e Will Eisner já teceram elogios ao personagem e seu criador várias vezes. Eis o que Alan Moore escreveu sobre o encadernado da mini série O despertar do Demônio: "A edição encadernada que você tem em mãos destila o que há de melhor nos quadrinhos, como se fosse o mais refinado vinho tinto. Hellboy é um passaporte para um recanto no paraíso dos gibis, de onde você pode nunca mais querer sair." O cineastra Clive Barker declarou: "Hellboy restaura minha fé no prazer dos quadrinhos."

[editar] Filmes

Em 2004 estreou o filme Hellboy, adaptado da HQ (BD), dirigido por Guillermo del Toro, com Ron Perlman (Hellboy), John Hurt (Trevor Bruttenholm), Selma Blair (Liz Sherman), Rupert Evans (John T. Myers), Karel Roden (Grigori Rasputin) e Doug Jones (Abe Sapien) nos principais papéis. E em 2008, é lançado o mais novo filme do Hellboy: "Hellboy II: O Exército Dourado" (para ajudar a não mostrar seu rosto ou se expor publicamente, é chamado Johann Kraus,um especialista em ocultismo que se apresenta apenas em forma ectoplásmica. Por tanto, sua essência habita uma roupa de contenção especial. Liz, namorada de hellboy está gravida. Além disso o príncipe de uma raça quase extinta volta de seu exílio para acabar com a raça humana por tomar o lugar no mundo e destruir tudo o que vêem ) o exército dourado foi criado por um ser, o ser os fez indestrutíveis para ganhar a guerra contra a raça humana, mas acabou saindo do controle , assim construíram uma coroa dividida em três partes, uma com o rei, uma com a princesa e uma com os humanos. O filme explora a fundo a relação entre Hellboy e o seu "pai" adotivo, o Professor Broom, com novos vilões como o demônio Sammael, e papéis alargados para os vilões nazistas Ilsa Haupstein e Karl Ruprecht Kroenen, além de seu próprio destino como a Chave do Apocalipse. Os filmes seguem uma cronologia diferente da oficial nos quadrinhos, representando uma visão bastante pessoal de Guillermo Del Toro sobre o universo de Hellboy.

[editar] Animações

Além dos filmes, Hellboy estrelou duas animações: A espada das tempestades e Sangue e ferro. Assim como os filmes, as animações seguem um caminho próprio, independente dos quadrinhos, todavia mais próximo dos quadrinhos do que os filmes. As vozes do desenho são feitas pelos atores dos filmes. Ron Perlman como Hellboy, Selma Blair como Liz Sherman, Doug Jones como Abe sapien e John Hurt como Trevor Broom. Ambas as produções foram exibidas pelo Cartoon Network antes de saírem em DVD.

[editar] Games

Um game de Hellboy chamado Hellboy: Asylum Seeker foi lançado para PlayStation e computador pela Cryo Interactive/DreamCatcher Interactive Inc. sem relação com os filmes. Todavia, não atingiu grande sucesso.

Em 2005, O diretor dos filmes Guillermo Del Toro firmou um contrato com a Konami, famosa desenvolvedora de video games, para lançar um jogo baseado na versão cinematográfica de Hellboy. O jogo foi lançado em 2007 com o nome Hellboy: The Science of Evil, para PlayStation 3, Xbox 360 e PlayStation Portable. O Game conta com as vozes dos atores Ron Perlman, Selma Blair e Doug Jones, que atuaram nos filmes.

[editar] Hellboy em livros

O escritor Christopher Golden criou uma série de histórias sobre Hellboy em livros, contando com algumas ilustrações de Mike Mignola. As duas primeiras histórias, The Lost Army e Bones of Giants fazem parte da cronologia oficial do personagem. Nenhuma dessas histórias foi publicada no Brasil.

[editar] Outros produtos

Hellboy aparece numa infinidade de produtos licenciados, como canecas, camisetas, posters, cards e figuras de ação, baseadas tanto nos quadrinhos como nas versões cinematográficas.

[editar] Relação de quadrinhos lançados no Brasil

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Coldplay - Viva La Vida



Viva La Vida
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own

I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listened as the crowd would sing
"Now the old king is dead! Long live the king!"

One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand

I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs is singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field

For some reason I can't explain
Once you'd gone there was never
Never an honest word
That was when I ruled the world

It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become

Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?

I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field

For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world

Oh, oh, oh, oh, oh

Hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field

For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world

ENTRE VAMPIROS E LUPINOS - EU SOU A CIGANA YOHANNA CALLIANDRA

Categoria:Vampiro: A Máscara

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Gangrel

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Os Gangrel são um clã de vampiros do RPG Vampiro, A Máscara e do Vampiro, O Réquiem.

Índice

[esconder]

[editar] Clã Gangrel

O clã Gangrel em geral tem alta empatia com a natureza. Viajantes por natureza, os Forasteiros, como são conhecidos, buscam um conhecimento maior da besta interior presente em cada vampiro. A maioria desenvolve poderes ligados à sua natureza, tais como a disciplina animalismo [que permite ao vampiro conversar ou controlar animais] ou a disciplina metamorfose [que permite a transformação em lobo, corvo, morcego, e outros animais, geralmente selvagens.] Os Membros deste clã são conhecidos por serem solitários, devido a seu gosto pelas áreas selvagens. Em geral essas áreas são territórios dos lobisomens, mas o clã administra bem a relação com os Garous. Conta-se que o clã deu origem aos ciganos e os Membros da família Gangrel protegem a família cigana pelo mundo afora, e esse é um dos motivos pelo qual o clã nutre uma forte inimizade com o clã Ravnos.
O clã como um todo tem se afastado da Camarilla [seita de vampiros que tenta harmonizar a existência entre vampiros e humanos, escondendo a existência dos vampiros] e, em algumas história, isto é fato consumado enquanto em outras eles ainda fazem parte da seita.
Apelido: Forasteiros
Fraqueza: Ao entrar em Frenesi um Membro deste clã tem uma parte de seu corpo alterada com caracteristicas animalescas.
Disciplinas: Animalismo, Metamorfose e Fortitude.

[editar] História do clã

Existem 3 versões para a história da Antediluviana Gangrel; Ennoia [ou Enóia] pode ter sido abraçada por Enoch [ou Enoque], por Dracian ou pela Anciã [ou The Crone, tb conhecida como Lilith].
O clã book Ravnos afirma que Dracian [Ravnos] era um membro da Segunda geração e que ele teria abraçado Ennoia.
Outra versão diz que um quarto membro da segunda geração [Lilith???] abraçou Ennoia, Ravanna e Tzimisce, mas o livro dos Ravnos diz que Ravanna foi abraçada por Dracian...
Uma terceira versão diz que Enóia teria sido abraçada por Enoch, e esta é apresentada numa genealogia a que tive acesso há alguns anos...

[editar] Linhagens

[editar] Gangrel Rural

Disciplinas: Metamorfose, Fortitude, Animalismo

[editar] Gangrel Urbano

Disciplinas: Metamorfose, Rapidez, Ofuscação, as vezes Potência

[editar] Ahrimane

Disciplinas: Spiritus, Animalismo e fortitude.

[editar] Gangrel Aquaris ou Marine

Disciplinas: Metamorfose, Fortitude, Ofuscação

[editar] Gangrel selvagem

Disciplinas: Metamorfose, Fortitude, Rapidez

[editar] Grupos

Alguns membros do clã preferem se aliar a grupos peculiares e de difícil acesso.

[editar] Waelkyrige

Um grupo de gangrel feministas que tem como base ideológica as religiões nórdicas.

[editar] Gangrel no Requiem

No novo cenário da White Wolf os Gangrel se tornam menos selvagens, com uma influência maior na política vampírica. Isso ocorreu mais pela alteração do mundo vampírico que pela alteração do clã, que permaneceu praticamente intacto. A disciplina metamorfose sofre uma ligeira alteração mas ainda tem o dom da transformação.
Disciplinas: Animalismo, Metamorfose e Resiliência.

Clãs e Linhagens principais de Vampiro: a Idade das Trevas e Vampiro: a Máscara
Assamitas · Baali · Brujah · Caitiff (Camarilla) ou Panders (Sabá) · Capadócios · Filhas da Cacofonia · Gangrel · Giovanni · Kiasyd · Lasombra · Malkaviano · Nosferatu · Ravnos · Salubri · Samedi · Seguidores de Set · Toreador · Tremere · Tzimisce · Ventrue
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VOYAGE... VOYAGE.


Voyage Voyage
Au dessus des vieux volcans,
Glisse des ailes sous les tapis du vent,
Voyage, voyage,
Eternellement.
De nuages en marécages,
De vent d'Espagne en pluie d'équateur,
Voyage, voyage,
Vole dans les hauteurs
Au dessus des capitales,
Des idées fatales,
Regarde l'océan...

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Sur le Gange ou l'Amazone,
Chez les blacks, chez les sikhs, chez les jaunes,
Voyage, voyage
Dans tout le royaume.
Sur les dunes du Sahara,
Des iles Fidji au Fujiyama,
Voyage, voyage,
Ne t'arrêtes pas.
Au dessus des barbelés,
Des coeurs bombardés,
Regarde l'océan.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Au dessus des capitales,
Des idées fatales,
Regarde l'océan.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inouï de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacrée d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Viaje Viaje
Acima dos velhos vulcões,
Deslizando tuas asas sob o tapete voador,
Viaje, viaje,
Eternamente.
Das nuvens até os pântanos,
Do vento da Espanha à chuva do Equador,
Viaje, viaje,
Voe até as alturas.
Acima das capitais, das idéias fatais,
Das idéias fatais,
Olhe o oceano...

Viaje, viaje,
Mais longe que a noite e o dia, (viaje, viaje)
Viaje, viaje,
No espaço inaudito do amor.
Viaje, viaje,
Sobre a água sagrada de um rio indiano (viaje, viaje)
Viaje (viaje)
E jamais retorne...

Sobre o Ganges ou o Amazonas,
Entre os negros, entre os sikths, entre os amarelos,
Viaje, viaje,
Em todo o reino.
Sobre as dunas do Saara,
Das ilhas Fiji ao Fujiyama,
Viaje, viaje,
Acima das cercas,
Acima dos arames farpados,
Dos corações bombardeados,
Olhe o oceano...

Viaje, viaje,
Mais longe que a noite e o dia, (viaje, viaje)
Viaje, viaje,
No espaço inaudito do amor.
Viaje, viaje,
Sobre a água sagrada de um rio indiano, (viaje, viaje)
Viaje (viaje)
E jamais retorne...

Acima das capitais,
Das idéias fatais,
Olhe o oceano...

Viaje, viaje,
Mais longe que a noite e o dia, (viaje, viaje)
Viaje (viaje)
No espaço inaudito do amor.
Viaje, viaje,
Sobre a água sagrada de um rio indiano, (viaje, viaje)
Viaje (viaje)
E jamais retorne...

BRAVA - TODO MUNDO QUER CUIDAR DE MIM.


Eu fico quieta, quase não peço nada
E quando é sobre mim, eu fico calada
Todo mundo quer saber da minha história
Dizem que eu tô sempre tão desligada

Todos estão prontos pra me socorrer
E pedem que eu tome muito cuidado
E me dizem que viver é perigoso
E me pedem que eu não saia de casa

Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é sair
Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é cair

Eu fico quieta, quase não peço nada
E quando é sobre mim, eu fico calada
Todo mundo quer saber da minha história
Me perguntam se eu levei muita porrada

Tem sempre alguém querendo ouvir os meus problemas
Tem sempre alguém me perguntando como eu tô
E nem adianta dizer: "Não houve nada"
Talvez pareça que eu tô sempre cansada

(Refrão):

Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é sair
Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é cair


Todo mundo tem muita boa vontade
E eu digo que estou triste, mas eu nem tô
Todo mundo quer cuidar de mim

(Refrão):

Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é sair
Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é cair

(Refrão):

Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é sair
Todo mundo quer cuidar de mim
e na verdade o que eu quero é cair

sábado, 8 de outubro de 2011

NOTÍCIAS SUAS...

Diário do Nordeste

Sábado - 8 de outubro de 2011

Caderno 3

CARIRI

Música em diálogo

Publicado em 7 de outubro de 2011

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A Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto é um dos principais representantes da cultura caririense, no Ceará: diversidade, riqueza cultural e tradição
DANIEL ROMAN (02/03/2008)

Professores do jovem curso de licenciatura em Música da Universidade Federal do Ceará no Cariri partem em missão à Europa para buscar parcerias que ajudem a viabilizar o ensino e a pesquisa acadêmica em meio à diversidade e riqueza da cultura tradicional da região

A tradição dos reisados, dramas, sambas de coco, das bandas cabaçais e dos mestres da rabeca e do pife, são apenas algumas das manifestações seculares que dão um nó na cabeça de quem chega, desavisado ou não, à região do Cariri, que engloba cidades do sul do Ceará - as maiores delas Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha - e ainda dos estados de Pernambuco e Paraíba.

Em fevereiro de 2010, a região ganhou um curso de ensino superior em música - licenciatura do Campus da Universidade Federal do Ceará no Cariri - e com ele um desafio: viabilizar a riqueza da cultura musical popular da região aos moldes formais da academia. E como a tarefa não é fácil, um grupo de professores do curso partiu, nessa semana, em missão à Europa para buscar parcerias com duas universidades tradicionais do continente, a Universidade Nova de Lisboa e Universidade Complutense de Madri, na Espanha.

O coordenador do curso e integrante da comitiva, Márcio Matos, argumenta que as duas universidades tem linhas de pesquisas que podem ajudar no desenvolvimento de projetos do curso e na troca de saberes entre professores e alunos. Ele e os professores Robson Almeida e Weber dos Anjos ministraram, ontem, a conferência "Educação musical, cultura e formação de professores na região do Cariri", em Lisboa.

De acordo com Márcio, a estratégia é apresentar o Cariri e a experiência do curso de música da UFC na região afim de sensibilizar os professores da fertilidade de uma parceria entre os cursos para ambos os lados. "A partir de um convênio, poderíamos trazer professores e alunos que queiram estudar e pesquisar a cultura no Cariri e levar professores e alunos daqui para lá", explica. A parceria, argumenta o coordenador, reforçaria projetos como o Mapeamus, um mapeamento dos grupos tradicionais que está sendo feito na região com a intenção de elaboração de uma enciclopédia. "A Universidade Nova de Lisboa mantem projetos hoje de relevância internacional na área de etnomusicologia.

A chefe deste departamento no curso, Salwa Castelo Branco, é uma das maiores autoridades no assunto", ilustra. Atualmente, segundo Márcio, há menos de 10 doutores nessa área atuando no Ceará. Salwa foi quem articulou a passagem dos professores pela universidade portuguesa. Ela vai ao Cariri em novembro para participar do Encontro de Educação Musical do Cariri, realizado em Juazeiro do Norte, nos dias 22, 23 e 24.

Espanha

A segunda parada da comitiva, no dia 11, será na Universidade Complutense de Madri, onde os cearenses ministram as palestras "Ramos Cotoco e seus cantares boêmios: trajetórias (re)compostas em verso e voz", de Weber dos Anjos; "De volta ao coreto: a música popular brasileira e o ensino de instrumentos nas bandas de música", de Robson Almeida; e "O Baião de Luiz Gonzaga na época do choro no Brasil", de Márcio Matos.

Weber dos Anjos explica que o departamento de musicologia de Madrid tem bastante interesse em pesquisa na América Latina de uma maneira geral. "Nós vamos tentar firmar parceria e convênios no sentido de estabelecer um diálogo. Que esses diálogos, convênios sejam concretizados através da vinda de professores ao Cariri, que possam vir em missão de pesquisa ou para ministrar disciplina em sistema de módulos e levar alunos daqui", detalha Weber.

A professora Victória Eli Rodriguez, do Departamento de Musicologia, da Complutense esteve recentemente no Cariri orientando professores e alunos sobre a forma de fazer pesquisa de campo, entrevista, gravações, organizações. Desafios - O curso de Música da UFC no Cariri conta com duas turmas e oito professores que disponibilizam habilitação em piano, violão, cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) sopros (clarinete, flauta, trompete, trombone, tuba e saxofone).

Apesar de estar em funcionamento há pouco mais de um ano, o curso ainda não tem uma estrutura física definitiva (cuja construção, segundo o coordenador, está prevista para iniciar até o fim do ano), dividindo salas com outros cursos e sem contar com equipamentos específicos, como estúdio, teatro, etc. Para Márcio Matos, a falta de estrutura é o maior desafio hoje, mas não impede que busquem por em prática as aspirações de professores e alunos.

"Todos os professores que vieram pra cá fizeram concurso com desejo de ir para região. Eu era professor da Uece, sai e vim pra cá. Dois professores saíram do Rio Grande do Norte. A gente fez com intenção de vir, porque sabe da riqueza e do potencial da região, que ainda tem poucos estudos", argumenta. O curso vem sendo gerido, explica, para atender as necessidades específicas do Cariri. "A gente não quis impor um programa de estudos que viesse a ferir essa realidade", completa Weber.

ROBERTA SÁ - INTERESSA...



Se você quiser saber (Interessa?)
Por que é que eu gosto dele (Interessa?)
É que ele é meu benzinho
E me trata com carinho
Faz vontade pra mamãe.

Se você quiser saber
Por que é que eu gosto dele (Interessa?)
É que ele é meu benzinho
E me trata com carinho
Faz vontade pra mamãe.

De manhã me dá um beijo
Quando sai pra trabalhar
Adivinha o meu desejo
Traz docinhos pro jantar.

Quem é que não desejava
Ter um maridinho assim?
A sorte não é pra todas
Talvez seja só pra mim.
(Interessa?)

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